segunda-feira, 22 de junho de 2009

YULE


SOLSTÍCIO DE INVERNO ou YULE
Data: Por volta de 21 junho(HS)/por volta de 21 de dezembro(HN)
Nomes alternativos: Yule, Retorno do Sol e Dia de Fionn
Cor: vermelho, verde, dourado, branco
Símbolo: sempre viva, tronco de árvores
Deuses: recém nascidos, Deusas Triplas e Virgens
Cristais: rubi, granada, olho de gato
Alimentos: bolos de frutas, nozes e pães variados
Bebidas: vinho quente e frio, e champanhe
Frutas: uvas, maçãs, melões e ameixas
Incenso: Mirra, Absinto, Pinus, Almíiscar, Selo de Salomão, Hera, Escamônea, Estoraque e Incenso de Igreja.
Obs: estes incensos são usados tanto para o Equinócio de Outono como para o Solstício de Inverno. É usado na entrada de Sol em LIBRA, o primeiro dia do Outono e em CAPRICÓRNIO,o dia mais curto do ano, quando renasce da escuridão para trazer de volta a Primavera.
Se comemora o nascimento do novo filho da Deusa, o Deus Cornífero renovado e forte. No Hemisfério Norte, Yule é comemorado na época de natal, com quase o mesmo significado que da festa cristã.
As bruxas pedem proteção, coragem e novas oportunidades. São enfeitadas árvores como pinheiro ou carvalho, pendurando frutas pequenas, guirlandas de folhas e saches de ervas aromáticas (muito parecidas com as árvores de natal).
É interessante acrescentar que a maioria dos feriados cristãos, tem correlação com os pagãos, sendo que o último tem procedência bem mais antiga. Ex: Samhaim , a noite das almas (dia das bruxas), os católicos transformaram em “Noite de Todos os Santos”, e assim por diante...

RITUAL DE YULE

MATERIAL
Árvore de Yule (Pinheiro)
Velas vermelhas
Alimentos e bebidas descritas acima
Iniciar traçando o círculo de proteção e monte o altar. Coloque a árvore no centro do círculo e acenda as velas vermelhas em homenagem ao Deus Cornífero que acaba de renascer. Neste dia faça um feitiço de proteção.
Feche o círculo de proteção.
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YULE
Sua comemoração acontece por volta do dia 21 de junho. Nesse período a Deusa da a luz a seu filho e amante, o Deus Cornífero. Yule é um tempo de grande escuridão, da mais longa noite do ano, quando o inverno se estabelece. Entre os antigos povos primitivos, era o dia em que imploravam que o inverno não fosse por demais rigoroso e que as forças da natureza estivessem sempre ao seu lado. Como o Deus Cornífero também é o Sol, Yule marca o renascimento desse astro dentro da Roda do Ano.
No período de Yule, devemos ornamentar nosso altar com azevinho, folhas de figueira ou cipreste e manter velas acesas simbolizando o retorno da luz do Sol. Esse é o tempo da realização de feitiços e preparação de amuletos voltados para a proteção.
Em Yule, honramos a Deusa no seu aspecto divino e eterno de Mãe, sendo o Deus sua criança divina, o novo ano solar.
ERVAS TÍPICAS: Louro, Camomila, Alecrim, Sálvia, Zimbo, Cedro e outras.
COMIDAS TÍPICAS: castanhas, frutas como a maçã e peras, bolos de castanhas embebidos de cidra, chás de gengibre ou hibisco.
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Yule – O Nascimento da Criança da Promessa
Por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte
&
Por volta de 21 de junho no hemisfério Sul

Yule é o momento na Roda do Ano no qual o Rei do Azevinho (Senhor das Sombras) é vencido pelo Rei do Carvalho (o Rei do Sol, a Criança da Promessa) que chega.
É impossível discutir as Tradições de Yule sem mencionar o Natal. Muitos dos costumes de Yule foram absorvidos pela Igreja Cristã, quando o Catolicismo tentava se estabelecer na Europa. O Natal Cristão já foi festejado em várias datas diferentes no decorrer do século, mas se estabeleceu no dia 25 de dezembro, pois associou muitos dos costumes da antiga e milenar celebração do Solstício de Inverno, que ocorre por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte. As Tradições Cristãs dizem que Maria deu à luz Jesus no vigésimo quinto dia, mas não confirma de qual mês. Finalmente em 320 d.C., a Igreja Católica decidiu marcar o nascimento de Cristo em dezembro para absorver o culto sagrado do Solstício de Inverno dos celtas e saxões.
O Nascimento de um Deus no Solstício de Inverno não é exclusivo do Catolicismo, pois muitos “bebês divinos” nasceram nesta época. Mistras é um exemplo claro disso.
Há muitas práticas que são utilizadas por Cristãos hoje que possuem origens essencialmente Pagãs. A Árvore de Natal, decorada com bolas e uma estrela no topo, não é nada mais nada menos que a antiga árvore que os Pagãos decoravam nos tempos ancestrais com velas, comidas e bolas coloridas (símbolos fálicos relacionados ao Deus) encimada por um Pentagrama, o símbolo da Bruxaria. As guirlandas, o azevinho, a Tora de Yule (Yule Log) queimando no fogo são todos costumes Pagãos.
Yule, o Solstício de Inverno, acontece por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte e por volta de 21 de junho no hemisfério Sul. O Sol agora encontra-se em Nadir, por isso é a noite mais longa do ano.
Muitos Pagãos celebram Yule com o festival da Luz, que comemora a Deusa como Mãe que dá nascimento ao Deus Sol, a Criança da Promessa. Outros celebram a vitória do Deus da Luz (Rei do Carvalho) sobre o Rei das Sombras (Rei do Azevinho), pois a partir desse momento os dias se tornarão visivelmente mais longos com o passar do tempo, mesmo com frio.
Esse Sabbat representa o retorno da luz. Aqui, na noite mais escura e fria do ano, a Deusa dá nascimento à Criança do Sol e as esperanças renascem, e Ele trará calor e fertilidade à Terra. Yule é o tempo de celebrar o Deus Cornífero. Nesse dia, muitas tradições Pagãs se despedem da Deusa e dão boas-vindas ao Deus, que governará a metade clara do ano.
Em tempos antigos pequenas bonecas de milho eram carregadas de casa em casa com canções típicas de Yule. Os primeiros Pagãos acreditavam que esse ato traria as bênçãos da Deusa às casas que fossem vistiadas pelas Corn Dollies.
Era um tempo ideal para colher o visco, considerado muito mágico para os Antigos Druidas, que o chamavam de o “Ramos Dourado”. Os druidas acreditavam que o visco possuía grandes poderes de cura e possibilitava ao homem mortal acessar o Outro Mundo. O visco é um dos símbolos fálicos do Deus e possui esse significado baseado na idéia de que as bagas brancas representam o Divino sêmen do Deus, em contraste às bagas vermelhas do azevinho, semelhantes ao sangue menstrual da Deusa. O visco representa a simbólica substância divina e o senso de imortalidade que todos precisam possuir nos tempos de Yule.
A Tradição da Árvore de Natal tem origem nas celebrações Pagãs de Yule, nas quais as famílias traziam uma árvore verde para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para permanecer durante o Inverno frio. Sinos eram colocados nos galhos da árvore. Os espíritos da Natureza eram presenteados e as pessoas pediam aos elementais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o Inverno como a árvore que recebia lindos enfeites.
O pinheiro sempre esteve associado com a Grande Deusa. As luzes e os ornamentos, como Sol, Lua e estrelas que faziam parte da decoração das árvores, representavam os espíritos que eram lembrados no final de cada ano. Presentes era colocados aos pés da árvore para as Divindades e isso resultou na moderna troca de presentes da atual festa natalina.
As cores tradicionais do Natal, verde e vermelho, também são de origem Pagã, já que esse é um Sabbat que celebra o fogo (vermelho) e usa uma Tora de Yule (verde). Um pedaço de tronco que havia sido preservado durante todo o decorrer do ano era queimado, enquanto um outro novo era enfeitado e guardado para proteger toda casa durante o ano que viria. Os troncos geralmente eram decorados com símbolos que representassem o que as pessoas queiram atrair para sua vida.
A tradição da Tora de Yule perseverou até os dias atuais entre os Wiccanos, que fazem três buracos ao longe de um pequeno tronco e colocam três velas em cada buraco, uma branca, uma vermelha e uma preta para simbolizar a Deusa Tríplice. A Tora de Yule também é decorada com azevinho sempre verde para simbolizar a união da Deusa e do Deus.
Em Yule a casa era decorada com azevinho, representando a metade escura do ano, para celebrar o fim da escuridão da Terra.
Para os antigos celtas, celebrar o Solstício de Inverno era o mesmo que reafirmar a continuação da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessaremos até a chegada da Primavera. É o momento de contar histórias, canta e dançar com a família, celebrando a vida e a união.
O tema principal desse Sabbat é a Luz em todas as suas manifestações, seja o fogo da lareira, seja de uma fogueira, de velas, etc. A Luz nesse Sabbat torna-se um elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a Terra, para nossa vida, corações e mentes.

Correspondência de Yule
Cores: vermelho, verde, dourado e branco.
Nomes Alternativos: Solstício de Inverno, Winter Rite, MidWinter, Alban Arthan, Carr Gomm, Retorno do Sol, Dia de Fionn.
Deuses: o Deus, como a Criançada Promessa, e a Deusa, como a Mãe.
Ervas: azevinho, carvalho, visco, alecrim, urze, cedro, pinho, louro.
Pedras: rubi, granada, olho-de-gato.
Atividades:
• Cantar com a família.
• Decorar a árvore de Yule.
• Pintar cones de pinheiro como símbolos das fadas e pendurar na árvore de Yule.
• Tocar sinos para homenagear as fadas.
• Colocar guirlandas na porta principal de casa.
• Espalhar visco pela casa.
• Colocar sementes de flores e alpiste do lado de fora para os pássaros.
• Colher folhas verdes no dia de Yule e queimá-las em Imbolc para afastar o Inverno e invocar os poderes da Primavera.
• Fazer uma boneca de milho.
• Fazer uma Tora de Yule.

Comidas e Bebidas Tradicionais: bolos de frutas, nozes, pães variados, vinho quente e frio, uvas e maçãs, melões.

Fazendo uma Tora de Yule (Yule Log)
Uma Tora de Yule tradicionalmente é feita de carvalho, mas qualquer outro tronco de árvore pode substituí-lo.
Antigamente era utilizado para proteger a casa. A tora do ano anterior era queimada na lareira, enquanto uma nova era decorada e colocada no lugar da antiga.
Para fazer uma Tora de Yule você vai precisar de:
• Uma fita vermelha, uma fita verde e uma fita dourada;
• Ramos verdes;
• Uma tora de madeira.
Enfeite a tora com ramos verdes e amarre-os com as fitas vermelha, verde e dourada. Enquanto enfeita a tora, peça à Deusa que o seu lar seja protegido e abençoado.
Guarde-a em um lugar de destaque em sua casa até o ano seguinte, no qual ela deverá ser queimada e substituída por uma nova.

Tora de Yule Alternativa
Esta Tora de Yule é ideal para enfeitar o Altar na celebração do Sabbat. Você precisará de:
• Uma vela branca, uma vela preta e uma vela vermelha;
• Fitas verdes, vermelhas e douradas;
• Ramos verdes;
• Um tronco fino de aproximadamente 30 cm e com três furos subseqüentes ao longo da madeira.
Enfeite o tronco com as fitas e com os ramos verdes. Coloque um avelã em cada furo. Coloque a Tora de Yule sobre o Altar e acenda as velas como parte de cerimônia do Sabbat.

Árvore de Yule
A Árvore de Yule é um costume pagão que perdurou por séculos, tanto que foi incorporado nas celebrações natalinas realizadas no Solstício de Inverno, que no hemisfério Norte ocorre em dezembro, como parte integrante de suas Tradições.
A Árvore de Yule é uma forma simples de homenagear os elementos e pedir proteção.
Para fazer a árvore você precisará de:
• Um pequeno pinheiro verde;
• Pequenas bolas multicoloridas de preferência pintadas por você;
• Símbolos como Sol, Lua e estrelas;
• Pequenas velas.
Enfeite o pinheiro com as bolas coloridas, os símbolos de Sol, Lua, estrelas e espalhe as velinhas pelos ramos do pinheiro.
Na noite de Yule, acenda todas as velas da árvore, fazendo um pedido para cada vela acesa.
Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e o Deus, a Sagrada Criança da Promessa, que nasce novamente nesse dia.

Ritual de Yule
Material necessário:
Uma vela dourada;
Uma vela branca;
Uma vela verde;
Uma vela vermelha;
Folhas de louro;
Um sino;
Taça com vinho.
Procedimentos: Fixe a vela dourada no interior do seu Caldeirão. Disponha a vela vermelha do lado direito do seu Altar, a vela verde do lado esquerdo e a branca ao centro.
Trace o Círculo Mágico e então diga:

Hoje, invoco os poderes do Espírito da luz.
Uno minha força mágica à energia da Criança da Promessa para que o Sol renasça.
Acenda a vela vermelha e diga:

Com esta vela eu honro todos os espíritos do Fogo.

Acenda a vela verde e diga:

Com esta vela eu honro todos os espíritos da Natureza.

Acenda a vela branca e diga:

Com esta vela eu celebro o Espírito do Inverno.

Acenda a vela dourada, que está dentro do Caldeirão, e diga:

Com esta vela, que se encontra na escuridão do ventre da Deusa, eu honro a Criança da Promessa que nasce agora e traz o retorno da luz.

Eleve os seus braços aos céus e diga:

Pelo chifre e pela luz
Celebro e dou boas-vindas à Criança da Promessa, ao Sol renascido que nasce entre os vales, rios e montanhas.
Seja bem-vinda, Criança Divina.

Pegue as folhas de louro e macere-as em suas mãos, fazendo um pedido à Deusa e ao Deus Sol. Coloque-as no Caldeirão junto com a vela. Toque o sino por três vezes e diga:

Abençoados sejam a Deusa e o Deus que giram mais uma vez a Roda da Vida. Dou as boas-vindas a Yule e celebro o movimento eterno da Natureza.
Que a luz do Deus brilhe e que todos sejam por ela.

Eleve a Taça de vinho, dizendo:

Eu bebo este vinho em homenagem à Deusa e à Criança do Sol.

Beba o vinho e faça uma libação.
Cante e dance em homenagem aos Deuses.
Destrace o Círculo.




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Yule

Primeiro dia do inverno (Solstício do Inverno).
Em 2004, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 20 de Junho, às 21h57min (Horário de Brasília).

Também conhecido como Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. é o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus. (O aspecto do Deus invocado nesse Sabbat por certas tradições wiccanas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.) São também celebrados o amor, a união da família e as realizações do ano que passou.

Nesse Sabbat os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e bendizem o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.

Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como a decoração da árvore, o ato de pendurar o visco e o azevinho, queimar a acha de Natal, são belos costumes pagãos que datam da era pré-cristã. (O Natal, que acontece alguns dias após o Solstício de Inverno e que celebra o nascimento espiritual de Jesus Cristo, é realmente a versão cristianizada da antiga festa pagã da época do Natal.)

A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos. Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. Algumas tradições wiccanas usam a acha de pinheiro para simbolizar os deuses agonizantes Attis, Dionísio ou Woden. Antigamente as cinzas da acha de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram espargidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil.

Pendurar visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos. O visco era considerado extremamente mágico pelos druidas, que o chamavam de "árvore Dourada". Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo. Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho. O significado fálico do visco originou-se da idéia de que seus frutos brancos eram gotas do sêmen divino do Deus em contraste com os frutos vermelhos do azevinho, iguais ao sangue menstrual sagrado da Deusa. A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.

A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. Os presentes sagrados (que evoluíram para os atuais presentes de Natal) eram também pendurados na árvore como oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio.

Outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.

Colocar bolos nos galhos das macieiras mais velhas do pomar e derramar sidra como uma libação consistiam num antigo costume pagão da época do Natal praticado na Inglaterra e conhecido como "beber à saúde das árvores do pomar". Diz-se que a cidra era um substituto do sangue humano ou animal oferecido nos tempos primitivos como parte de um rito de fertilidade do Solstício do Inverno. Após oferecer um brinde à mais saudável das macieiras e agradecer a ela por produzir frutos, os fazendeiros ordenavam às árvores que continuassem a produzir abundantemente.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.

Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.


Ritual do Sabbat Yule

Comece erguendo um altar voltado para o norte. Em torno dele, trace um círculo com cerca de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Decore o altar com azevinho, visco ou qualquer outra erva sagrada para este Sabbat.

Coloque uma vela de altar branca no centro do altar. à sua esquerda coloque um cálice com vinho tinto ou sidra e um incensório. Qualquer uma das seguintes fragrâncias de incenso é apropriada para esse ritual: louro, cedro, pinho ou alecrim. à direita da vela coloque um punhal consagrado e um prato com sal. Por trás do altar, um galho de carvalho de Natal com 13 velas vermelhas e verdes enfeitando-o.

Pegue o punhal com a mão direita e tire um pouco de sal com a ponta da lâmina. Deixe-o cair no círculo. Repita três vezes e diga: ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SAGRADO DO SABBAT EM NOME DO GRANDE DEUS. O SENHOR DIVINO DAS TREVAS E DA LUZ, O DEUS DA MORTE E DE TODAS AS COISAS DO ALéM, ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SABRADO DO SABBAT EM SEU NOME.

Coloque o punhal de volta em seu lugar no altar. Após acender o incenso e a vela, mais uma vez pegue o punhal com a mão direta. Mergulhe a lâmina no cálice e diga: OH GRANDE DEUSA, MãE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS, NóS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR. ABENçOADO SEJA! E NóS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS, OH GRANDES DEUS DA CAçA, PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA! áGUA, AR, FOGO, TERRA, NóS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL. NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA, ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS.

Coloque o punhal de volta no altar. Pegue o cálice com ambas as mãos e, enquanto o leva aos lábios, diga: BEBO ESTE VINHO EM HONRA A TI, OH DEUS DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. AGRADECEMOS A TI PELA LUZ DO SOL. SALVE, OH GRANDE CORNíFERO!

Beba o vinho e coloque o cálice no seu lugar no altar. Acenda as 13 velas no ramo da árvore de Natal e encerre o Ritual do Solstício de Inverno, dizendo: O FOGO DO RAMO SAGRADO DO NATAL ARDE, A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. QUE ASSIM SEJA!

Celebre, com alegria, num banquete com a família e os amigos até que a última vela da árvore se apague.

Fonte: Wicca - A Feitiçaria Moderna, de Gerina Dunwich

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Yule
Yule é o solstício de inverno, marcando a noite mais longa e o dia mais curto do ano. Os dias agora começam a se prolongar e as noites a encurtar, até Litha, quando atingem novamente o equilíbrio. Assinala o início de um novo ciclo e a passagem para a metade clara do ano.
É o festival de renascimento do Sol e de glorificação do deus, invocando aqueles ligados à fertilidade, jovialidade e juventude.
Este é o momento de se planejar detalhadamente tudo o que se pretende alcançar e obter no novo ciclo.
É o tempo de se colher o visco, planta sagrada símbolo do festival, que deve ser colhido com athame e usado como talismã de boa sorte e proteção.
Confecciona-se guirlandas de pinhas e frutas secas, simbolizando a roda do ano. As oferendas devem ser feitas embaixo de pinheiros.
O elemento central é o tronco com três velas, a Tora de Yule, ou mesmo um pequeno pinheiro, a Árvore de Yule, enfeitado com dez estrelas (representando as constelações), dez globos prateados (os planetas) e uma deusa ou anjo no topo.
É interessante encerrar o ritual com uma cerimoniosa troca de presentes, preferencialmente passando para outra pessoa algum objeto que foi importante durante o ciclo, para que traga felicidades ao presenteado.
Na tradição druídica encenava-se a disputa entre o Rei do Carvalho, regente da metade clara do ano, e o Rei do Azevinho, regente da metade escura, vencendo o Rei do Carvalho, simbolizando o fortalecimento do Sol pelos próximos seis meses.
Elementos Ritualísticos Visco Árvore de Yule Tora de Yule
Elementos Ritualísticos
As velas são vermelhas, verdes, douradas, brancas.
O altar deve ser enfeitado com guirlandas de pinhas, flores secas, nozes, sinos, fitas coloridas e galhos de pinheiro e cedro.
Os incensos, essências ou defumações são de louro, carvalho, junípero, pinheiro, alecrim, sândalo, cedro, canela.
As plantas sagradas são o louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim, urze, sálvia, camomila, zimbo.
As pedras são a granada, a esmeralda, o rubi, o diamante, cristal de rocha, olho de gato.
Os alimentos sagrados para a cerimônia são o peru assado, as nozes, bolos de frutas, bolos redondos de alcaravia, gemada, uvas, maçãs, melões, castanhas, pêras, vinho quente com especiarias, chá de gengibre ou hibisco, sidra.
Árvore de Yule
A tradição originou-se no antigo costumes que algumas civilizações tinham de trazer uma árvore verde para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para permanecer durante o inverno. Sinos eram colocados nos galhos das árvores e os espíritos da Natureza eram presenteados. As pessoas pediam aos elementais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o inverno como a árvore que recebia os enfeites.
As luzes e os ornamentos, como sol, lua, estrelas e globos qie faziam parte da decoração das árvores representavam os espíritos da Natureza. A árvore em si representa a continuação da vida e a fertilidade masculina.
Enfeite um pequeno pinheiro com globos representando os planetas, estrelas representando as constelações, símbolos de sol e lua, imagens de elementais, sinos representando a fertilidade feminina e pequenas velas, que deverão ser acesas, uma para cada pedido que fizer.
Tora de Yule
As antigas civilizações tinham o costume de queimar a Tora de Yule. tendo como propósito iluminar as horas negras da longa noite de Yule. Esse costume é conhecido na maioria dos países europeus, principalmente na França e Itália, onde a tora é chamada de ceppo. Esta tradição persistiu em Quebec e na França até o último quarto do século XIX. Seu desaparecimento coincide com a troca das grandes lareiras por fornos de ferro fundido, sendo que as toras de famílias cristãs eram queimadas na lareira, pela mãe ou filhas. A grande tora foi então trocada por uma menor, freqüentemente enfeitadas com velas e folhagens, colocadas no centro da mesa como decoração de Natal.
Na tradição germ6anica espalha-se as cinzas sobre os campos para manter seus restos carbonizados até a próxima colheita, transferindo assim a fertilidade de uma estação para outra por um objeto carregado, como grão ou seus sub-produyos.
Faça libações borrifando óleo, sal e vinho quente numa grande tora de madeira. Queime sempre a tora enfeitada no Yule anterior, enfeitando uma nova com símbolos daquilo que deseja atrair para seu novo ciclo. As cinzas desta tora podem ser usadas para proteção.
Enfeite a Tora com fitas nas cores correspondentes aos seus pedidos, ramos verdes e acenda três velas fixadas no tronco nas cores principais do sabbath (verde, vermelho e dourado ou amarelo)
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O altar é decorado com plantas como pinho, alecrim, louro, zimbro e cedro, os quais podem ser utilizados para marcar o Círculo de Pedras. Folhas secas também podem ser colocadas sobre o altar.

Encha o caldeirão - no altar e sobre uma superfície à prova de fogo (ou diante do altar se for muito grande) - com algum líquido inflamável (álcool), ou então coloque uma vela vermelha em seu interior. Em rituais externos, prepare uma fogueira sob o caldeirão, a ser acessa durante o ritual.

Prepare o altar, acenda as velas e o incenso, e crie o círcule de Pedras.

Recite o Canto da Bençãos.

Invoque a Deusa e o Deus.

De pé, diante do caldeirão, contemple seu interior. Diga estas palavras ou outras semelhantes:
Não me aflijo, embora o mundo esteja envolto em sono.
Não me aflijo, embora os ventos gélidos soprem.
Não me aflijo, embora a neve caia dura e profunda.
Não me aflijo, logo isto também será passado.


Acenda o caldeirão (ou a vela), usando fósforos longos ou uma vela. Enquanto as chamas crepitam, diga:
Acendo este fogo em Sua honra, Deusa mãe.
Você criou vida a partir da morte; o calor do frio;
O sol vive novamente; o tempo de luz está crescendo.
Bem-vindo, Deus Solar que sempre retorna!
Salve, mãe de Tudo!


Circule o altar e o caldeirão lentamente, no sentido horário, observando as chamas. Repita o seguinte por algum tempo;
A roda gira, o poder queima.


Medite sobre o Sol, sobre as energias ocultas que adormecem durante o inverno, não apenas na Terra, mas em nós mesmos. Pense no nascimento não como o início da vida, mas sim como sua continuação. Dê as boas-vindas ao retorno do Deus.

Após algum tempo, pare e, novamente de pé diante do altar e do caldeirão no fogo, diga:
Grande Deus do Sol,
Saúdo o Teu retorno.
Que brilhes sobre a Deusa;
Que brilhes sobre a Terra,
Espalhando as sementes e fertilizando o solo.
A Ti Todas as bênçãos,
Ó Renascido do Sol!


Trabalhos de mágia se necessários, podem-se seguir.

Celebre o Banquete Simples.

O círculo está desfeito.

Retirado de: "Guia Essencial da Bruxa Solitária", da autoria de Scott Cunningham.

YULE - SOLSTÍCIO DE INVERNO
(21 de Dezembro) H. Norte / (21 de Junho) H. Sul

Esse é o Solstício de Inverno, a noite mais longa do Ano. A partir desse dia, o Sol se aproxima da Terra, e a escuridão do inverno ameaça ir embora. É quando a Deusa dá à luz seu novo filho, o Deus renovado e forte, ainda bebê. É importante notar que no hemisfério norte o Yule é comemorado na mesma época do Natal, e que tem significado muito parecido com o feriado cristão: o nascimento do Deus renovado e forte, ainda bebê. É importante notar que no hemisfério norte o Yule é comemorado na mesma época do Natal, e que tem significado muito parecido com o feriado cristão: o nascimento do Deus menino, filho de um Deus maior, aquele que trará a esperança à Terra. O hábito de trazer pinheiros para dentro de casa é um hábito totalmente pagão: o Pinheiro, o azevinho, e tantas outras árvores tão utilizadas no Natal são árvores cujas as folhas perenes e sempre verdes, e por isso simbolizam a continuação da vida. Os sinos são símbolos femininos de fertilidade, e anunciam os espíritos que possam estar presentes. É desta data antiga que se originou o Natal Cristão. Nesta época, a Deusa dá à Luz o deus, que é reverenciado como CRIANÇA PROMETIDA. Em Yule é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os Deuses rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas. É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria. Coloque flores e frutos da época do altar. Se quiser, pode fazer uma árvore enfeitada, pois está é a antiga tradição "pagã", onde a árvore era sagrada e os meses do ano tinham nomes de árvores. Esta é a noite mais longa do ano, onde a Deusa é reverenciada como a Mãe da Criança Prometida ou do Deus Sol, que nasceu para trazer Luz ao mundo. Da mesma forma, apesar de todas as dificuldades, devemos sempre confiar em nossa própria luz interior.

COMEMORANDO O YULE

O altar é decorado com plantas como pinho, alecrim, louro, zimbo e cedro, os quais podem ser utilizados para marcar o Círculo. Folhas secas também podem ser colocadas no altar. Encha o caldeirão - no altar e sobre uma superfície à prova de fogo - com algum líquido inflamável(álcool), ou então coloque uma vela vermelha dentro do caldeirão. Em rituais externos, prepare uma fogueira sob o caldeirão, a ser acesa durante o ritual. Prepare o Altar, acenda as velas e o incenso, crie o círculo, invoque a Deusa e o Deus. de pé diante do caldeirão, contemple seu interior. Diga estas palavras ou outras semelhantes. "Não me aflijo, embora o mundo esteja envolto em sono. Não me aflijo, embora os ventos gélidos soprem. Não me aflijo, embora a neve caia dura e profunda. Não me aflijo, logo isto também será passado." Acenda o caldeirão(ou a vela),usando fósforos longos ou uma vela, Enquanto as chamas crepitam, diga: Acendo este fogo em sua honra, Deusa Mãe. Você criou vida a partir da morte; o calor do frio; O sol vive novamente; o tempo de luz está crescendo. Bem - vindo, Deus Solar que sempre retorna! Salve, mãe de Tudo! Circule o altar e o caldeirão lentamente, no sentido horário, observando as chamas. Repita o seguinte por algum tempo: A roda gira, o poder queima! Medite sobre o Sol, sobre as energias ocultas que adormecem durante o inverno, não apenas na Terra mas em nós mesmos. Pense no nascimento não como o início da vida, mas sim sua continuação. Dê boas vindas ao Deus. Após algum tempo, pare e novamente de pé diante do altar e do caldeirão no fogo, diga: Grande Deus do Sol, Saúdo o Teu retorno. Que brilhes sobre a Deusa; Que brilhes sobre a Terra, Espalhando as semente e fertilizando o solo. A Ti todas as bênçãos, Ó renascido do Sol! Trabalhos de magia, se necessários, podem-se seguir! Celebre o banquete simples. O circulo está desfeito.

ERVAS TÍPICAS DO YULE

Louro, Camomila, Alecrim, Sálvia, Zimbo, Cedro e outras.

COMIDAS TÍPICAS DO YULE

Carne de porco, castanhas, frutas como a maçã e pêras, bolos de castanhas embebidos de cidra, chás de gengibre ou hibisco.


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O Sabbat Yule é o Sabbat em que a Deusa se tornará Mãe. Embora envelhecida no
Samhain, ela agora é a Mãe dando a luz. O Deus morto no último Sabbat (Samhain,
31 de outubro) renasce
como seu próprio filho, que é intensamente esperado, afinal Ele é a Criança da
Promessa, que vem trazer, em meio à escuridão da noite mais longa do ano no
hemisfério norte, a esperança da volta do Sol. Yule é um tempo de esperança, um
tempo de celebrar a alegria no nascimento da Luz. Yule é tempo de bençãos e de
partilhar com seus familiares e amigos a alegria, o carinho com que a Deusa
generosamente nos convida para a vida. Faça sua árvore de Yule, enfeitando um
pinheiro com as tradicionais bolas de vidro coloridas, flores e laços , maçãs e
pinhas, imagens do Sol e pentáculos. As cores para velas, roupas e toalhas são o
verde e o vermelho. Faça um rocambole representando o Tronco de Yule,
enfeitando-o com chantilly e cerejas e algumas folhas. O Tronco de Yule também
deve estar na sua mesa, um tronco de madeira ladeado por galhos de pinheiro,
pinhas e com 3 velas vermelhas em cima. Aproveite esta época para trocar
presentes, comemorando o Deus de Chifres renascido, mas não compre presentes
novos. Use este tempo para encontrar entre objetos de poder seus, objetos que
já foram importantes, algum objeto que, embora ainda útil, estaria servindo
melhor a um amigo ou parente seu. Esse costume obedece à filosofia xamânica de
renovação contínua de energia , para que nada fique estagnado.

Incenso de Yule
Folhas de pinheiro
Canela
Olíbano
Cascas secas de maçã
Mirra

Óleo de bençãos de Yule
Óleo de amêndoa
Essência de pinho
Canela em pau
1 colher de sopa cheia de cravos (especiaria)
essência de almíscar
finos pedaços de casa de canela em pó
1 quartzo branco
1 granada
1 citrino

Refeição de Yule
Peru assado (recheie com cogumelos passados na manteiga e temperados com sálvia
, cebola, nozes picadas e manjericão, misturados a dois ovos cozidos
esfarelados)

Arroz de passas

Fatias escocesas - Corte fatias de pão, forre uma assadeira untada com azeite de
oliva e molhe as fatias com ½ copo de leite. Cubra o pão com fatias finíssimas
de carne temperada, batata e cebola. Tempere com sal e cebola a gosto e leve ao
forno por meia hora. Bolo tronco Licor de Yule
6 ovos
½ xícara de rum
½ xícara de whisky
½ xícara de licor de cacau ou creme irlandês
1 e ½ litro de leite
1 xícara de açúcar
Modo de fazer: Bata as gemas com o açúcar e reserve. Bata as claras em neve,
adicione as gemas mexendo lentamente, adicione os outros ingredientes mexendo
com cuidado. Ao servir, salpique cada copo com nozes picadas.

( Aos que não desejam beber álcool, sugiro uma bebida composta de leite, maçãs
picadas, chocolate em pó e canela)

Que as bençãos da Criança Prometida e da Deusa Mãe iluminem todos os seus dias!
Blessed Be!

Mavesper Cy Ceridwen
A Deusa dá à luz um filho, o Deus, no Yule. De modo algum isto é uma adaptação do cristianismo. O solstício de inverno é há muito visto como um período de nascimentos divinos. Diz-se que Mitras nasceu nesse período. Os cristãos simplesmente o adotaram a seu uso em 273 E. C. (Era Comum).
O Yule é uma época de grande escuridão e este é o menor dia do ano. Povos antigos notaram tais fenômenos e suplicaram às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites. Os wiccanos ocasionalmente celebram o Yule pouco antes da aurora, e a seguir observam o nascer do sol como um final apropriado para seus esforços.
Uma vez que o Deus é também o Sol, isto assinala o ponto do ano no qual o Sol também renasce. Assim, os wiccanos acendem fogueiras ou velas para saudar o retorno da luz do Sol. A Deusa, inativa durante o inverno de Sua gestação, repousa após o parto.
O Yule é remanescente de antigos rituais celebrados para acelerar o fim do inverno e a fartura da primavera. Para os wiccanos contemporâneos, é um lembrete de que o produto final da morte é o renascimento, um pensamento reconfortante nestes dias de desassossego.
Festa do Inverno (Yule)
É o Solstício de Inverno, a noite mais longa do Ano. A partir desse dia, o Sol aproxima-se da Terra e a escuridão do Inverno ameaça ir-se embora. É quando a Deusa dá à luz seu novo filho, o Deus renovado e forte, ainda bebé. É importante notar que no hemisfério Norte, Festa do Inverno (Yule) é comemorado na mesma época do Natal e que tem um significado muito parecido com aquele adaptado pelo cristianismo: o nascimento do Deus menino, filho de um Deus maior, aquele que trará a esperança à Humanidade.
O hábito de trazer pinheiros para dentro de casa é um hábito tradicionalmente pagão: o pinheiro, o azevinho e outras tantas árvores tão utilizadas no Natal são, árvores cujas folhas são perenes e sempre verdes e por isso, simbolizam a continuidade da vida. Os sinos são símbolos femininos de fertilidade e anunciam os espíritos que possam estar presentes.
É interessante notar que a maioria dos feriados cristãos tem alguma relação com os feriados Pagãos (por exemplo, Samhain (Tempo dos Idos), a noite de todas as almas, que se transformou em Noite de Todos os Santos), apesar de ninguém pensar sobre o assunto....

ESSE TEXTO NÃO É MEU!

Um comentário:

  1. Realmente, me dá orgulho ver q alguém nesse mundo tem conhecimento da correlação de alguns feriados católicos com os cristãos, adorei o site !!

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