sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

garrafas para lamas!

Fazendo uma Garrafa de Bruxa

As garrafas de feitiço, também conhecidas como Garrafas de
Bruxa, estiveram em uso na Inglaterra e nos Estados Unidos pelo menos
desde 1600. elas foram criadas originalmente para destruir o poder mágico negativo ou para lançar um contra-feitiço ao criador de uma garrafa.
Eram freqüentemente vasilhas de cerâmicas, cheias de cabelos, unhas, e
até mesmo a urina da vítima. Também eram colocadas dentro de novas casas como Guardiães Mágicos. Garrafas de feitiço desse tipo ainda continuam sendo usadas.

Garrafas de feitiço são aparentemente de origem inglesa.
Assim, esses dispositivos protetores certamente imigraram da Inglaterra para os Estados Unidos com os colonos.

São feitas garrafas de feitiço para uma variedade de propósitos e podem ser usadas em numerosos casos. Algumas são enterradas ou
escondidas, enquanto outras são colocadas nas janelas da casa ou em outros lugares proeminentes. Tudo isso simboliza a concentração de energia criada e potencializada para propósitos mágicos específicos.

A garrafa de bruxa é um dos meios mais poderosos de proteger
seu espaço. É enterrada em sua propriedade (se você é um morador de
apartamentos, poderá tentar enterrá-la em um vaso com plantas na sua porta de entrada) para atrair todas as coisas negativas para dentro da
garrafa. Se você se mudar, desenterre-a e a destrua ou traga para sua casa nova.

O período ideal para fazer as Garrafas de Bruxa é durante o Sabbat Lammas. A seguir algumas receitas e idéias para você criar a sua própria garrafa.

Garrafa de Bruxa para Proteção

Junte alecrim, agulhas, alfinetes e vinho tinto. Encha uma
garrafa pequena com os três primeiros itens, dizendo enquanto você faz
isso:

Alfinetes, agulhas, alecrim, vinho;

Guarde contra dano e inimizade;

Que assim seja por toda eternidade!

Quando a garrafa estiver cheia, coloque o vinho. Então tape ou arrolhe, pingando cera de vela vermelha ou preta até vedar completamente a tampa. Enterre em algum lugar de sua propriedade ou coloque-a em algum lugar imperceptível. Trace um Pentagrama evanescente sobre ela. A Garrafa de Bruxa de destrói a negatividade; os alfinetes e as agulhas afastam o mal, o vinho o submerge e o alecrim envia as energias negativas para longe de sua propriedade.

Você pode acrescentar outros itens à sua Garrafa de Bruxa.
Veja alguns:

• Jarro de vidro com tampa de metal;Sal do mar; Alfinetes;Agulhas;Lâminas de aparelho para barbear;Espinhos de cáctus; Espinhos de rosa;Vidro quebrado;Sálvia;Manjericão;Hortelã; Uma romã;Sândalo;Mirra;Alho;Alecrim;Cera lacrando;Três gotas de seu sangue;Urina em vez de vinho.

Garrafa de Bruxa para Amor

Essa garrafa deve ser feita para atrair o amor para a sua
vida. Para isso você vai precisar de:

• Uma garrafa de vidro com cortiça de qualquer tamanho;
• Um punhado de pétalas de rosa secas esmagadas;
• Alecrim (para amor e força);
• Lavanda;
• Óleo ou água de rosas;
• Uma vela vermelha ou rosa;
• Uma rolha.

Esmague as pétalas de rosa e coloque na garrafa. Ponha a lavanda e o alecrim, então adicione o óleo ou a água de rosas até o topo.
Arrolhe a garrafa e goteje a cera da vela em cima da cortiça para lacrar a garrafa. Coloque em uma estante, cômoda ou em qualquer lugar onde não seja percebida.

Garrafa de Bruxa para Prosperidade
Essa garrafa é ideal para atrair a prosperidade para dentro de nosso lar, estabelecimento comercial, etc. para fazê-la você vai precisar dos seguintes artigos:

• Cinco moedas de cobre;
• Cinco moedas prateadas;
• Cinco quartos;
• Cinco grãos de milho seco;
• Cinco sementes de sésamo;
• Cinco pedaços de canela em pau;
• Cinco cravos-da-índia;
• Cinco pimentas-da-jamaica inteiras.


Coloque os artigos em uma garrafa fina. Feche-a firmemente.
Mexa-a com a mão de poder durante cinco minutos, enquanto diz as seguintes palavras: Ervas e prata,Cobre e grão;Que a prosperidade aumente em profusão.
Coloque a garrafa em algum lugar de sua casa. Deixe sua bolsa,
carteira, talão de cheque perto dela quando estiver em casa.

Deusa Dana


DEUSA DANA
http://www.rosanevolpatto.trd.br/deusadana.htm

"A mãe celeste, que dança na espiral das serpentes das estrelas, é a fonte de onde nasceu aquele povo antigo, que trouxe o druidismo a terra da esmeralda, seu nome Dana, significa bailarina brilhante" Cathbad


O mistério fundamental da religião celta e das cerimônias rituais que materializaram sua essência serão sempre difíceis de compreender. Tanto a espiritualidade deste povo guerreiro, quanto o fato de, inclusive, terem sido uma religião, viram-se eclipsados pela insistência romântica em envolver a mística celta no mundo das fadas e dos espíritos.
A escrita era considerada desnecessária, pois as leis, lendas e ensinamentos tribais se perpetuavam graças a poetas e sacerdotes. Eram eles que se encarregavam de memorizá-las e de transmiti-las oralmente. Da mesma forma que as proibições impostas aos heróis guerreiros, as quais determinavam seu modo de vida e suas ações. A transmissão oral sempre foi um método eficiente para comunicar todos os matizes dos acontecimentos importantes na vida da tribo. Para poder recordar e interpretar mais facilmente as histórias, intercalavam-se os temas rituais referentes aos deuses: a imposição de nomes, a pedra do oráculo, que gemia durante a coroação de um novo rei, os gêmeos divinos e o guerreiro heróico. A constante metamorfose destes temas e a facilidade de ligação entre o físico e o sobrenatural plasmaram o mundo da imaginação celta através de milhares de anos de relatos. Nos contos, os seres divinos podiam passar de sobrenaturais a vulneráveis como o resto dos humanos e regressar a seus domínios, sem ofender a suscetibilidade cristã dos escribas que, de vez em quando, deixavam testemunho das lendas.
Todas as divindades, por muito extraordinárias que fosse, se encontravam submetidas ao ritmo desta vida e às exigências de uma dada população. Cada província ou região tinha seu lugar sagrado, que era o centro do seu mundo. Seu topônimo mostrava a relação entre a Terra, o Céu, entre a Tribo e seu Deus.

Nós aprendemos a separar o psíquico subjetivo do natural objetivo. Os povos primitivos, ao contrário, tem sua psique convertida nos objetos. Sua paisagem não é só um ponto geográfico, ou geológico ou político. Para os druidas, por exemplo, os bosques eram suas catedrais. Neles celebravam seus rituais, festas e cerimônias mágicas. Cada árvore estava consagrada a um dia e representava uma virtude. Estes "gigantes verdes", tinham grande importância na cultura celta. O maior de todos os medos se localizava em lugares em que acreditavam não serem bons, pois eram habitados por espíritos maléficos. Cogitavam, por exemplo, que nas montanhas habitava uma grande serpente e que as cavernas eram vigiadas por demônios serpentinos. Esta projeção do psíquico cria, de maneira natural, relações de homens com homens, animais com coisas, que para nós são absolutamente incompreensíveis, mas fascinantes para serem estudadas.
Todas as famílias celtas se originaram da Deusa Mãe. Da mãe vêm os ramos familiares das deusas e deuses. Assim como a maioria das famílias, eles representam as polaridades do caráter humano. É importante lembrar que casa Deusa e cada Deus representam um aspecto que você pode reconhecer dentro de si mesmo e nos outros.

OS TUATHA DÉ DANNAN
Os Thuatha Dé Danann foram a quarta raça de colonizadores que chegaram na Irlanda antes da era cristã. Eles eram seres sábios, eminentes magos, cientistas e artesãos, possuidores de uma altíssima vibração espiritual, verdadeiros "seres de luz".
Os Tuatha eram provenientes da distante e mítica Hiperbórea, onde possuíam quatro cidades: Falias, Gorias, Murias e Findias, nas quais aprenderam ciências e magia e a aplicação conjunta de ambos os princípios por meio da instituição do druidismo. De cada uma dessas cidades mágicas os Tuatha Dé Danann trouxeram um tesouro:
Falias - Lia Fáil, a "Pedra do Destino", onde eram coroados os reis da Irlanda. Era uma grande pedra em formato de coluna que simbolizava a própria Terra, cujo poder só era compreendido pelo verdadeiro Rei;
Gorias - a Gáe Assail, a "Lança de Assal", que seria de Lugh, e retornava a mão após ser lançada (associada ao elemento Fogo);
Murias - o Caldeirão de Dagda, chamado o "Inesgotável", recipiente que continha a água, fonte de toda a vida (protótipo do Graal);
Findias - a espada inescapável de Nuada (associada ao elemento Ar).
Hiperbórea é um dos principais mitos genéricos europeus: um lugar de paz e sabedoria, uma terra de "leite e mel" de onde, provinha o primeiro homem branco estabelecido em algum lugar do norte do mundo. Um paraíso mágico e melancólico que não teve outro remédio senão abandonar e seguir para o Sul, quando grandes cataclismas mudaram o eixo da Terra e transformaram o mundo alegre e fértil em um charco árido e coberto de gelo.

Eles chegaram em Beltane (May Day) envoltos em um densa névoa mágica, a qual causa uma eclipse de três dias. Imediatamente atearam fogo em suas próprias embarcações impossibilitando a fuga de sua nova pátria. Estavam realmente dispostos a reconstruir sua civilização. Eles conquistaram e governaram a Irlanda por 200 anos, e por fim, foram conquistados pelos Milesianos. Foi quando migraram para os Mundos Subterrâneos das colinas (sidhe) e montes da Irlanda, ficando conhecidos então, como "Daione Sidhe" ou "Povo das Fadas". Bodb Dearg (Bodb, O Vermelho) foi escolhido como rei, pois era o filho mais velho de Dagda.

Os filhos de Danu eram também conhecidos como "Os Que Sempre Vivem", pois conheciam o segredo da imortalidade. Eles possuíam um Banquete da Idade, deste modo, ninguém envelhecia, quando sustentados pelos porcos mágicos de Manannán e a cerveja de Goban, O Ferreiro. Os filhos de Danu ainda possuíam um médico muito especial, Diancecht. Ele era o guardião da fonte da saúde, juntamente com sua filha Diarmaid. Qualquer um que fosse morto ou ferido deveria ser colocado na fonte para viver e se recuperar novamente.

DEUSA DANA
Segundo uma lenda, Dana nasceu em uma Clã de Dançarinos que viviam ao longo do rio Alu. Seu nome foi escolhido por sua avó, Kaila, Sacerdotisa do Clã. Foi ela que sonhou com uma barca carregando seu povo por mares e rios até chegarem em uma ilha, onde deveria construir um Templo, para que a paz e a abundância fossem asseguradas. Ao despertar, Danu relatou seu sonho ao conselho e a grande viagem começou então a ser planejada.
Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a segurança maetrial, a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto.

O "Anuário da Grande Mãe" de Mirella Faur, nos apresenta o dia 31 de março como o dia de celebrar esta deusa da prosperidade e abundância. Conta ainda, que os celtas neste dia, acreditavam que dava muito azar emprestar ou pegar dinheiro emprestado, por prejudicar os influxos da prosperidade. Uma antiga, mas eficaz simpatia, mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos.
Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo da Deusa Dana), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados.O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia. É significativo que o rio Danúbio leve seu nome, pois foi no Vale do Danúbio, que a civilização Celta se desenvolveu. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".
Dana é irmã de Math e seu filho é Gwydion. Sua filha é Arianrhod, que tem dois filhos, Dylan e Llew. Os dois outros filhos de Dana são Gobannon e Nudd.
É certo que Dana deveria ser considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome. Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".
Danu é uma das Dea Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.
Seu personagem foi cristianizado na figura de Santa Ana, mãe da Virgem Maria, pois sua existência é proveniente de uma antiga divindade indo-européia. Também é conhecida na Índia, como o nome de "Ana Purna" e em Roma toma o nome de "Anna Perenna".

É bem verdade que a associação das deusas à rios e mares não é estranha a tradição celta. A convicção de que o mar e a água deram origem à toda a vida, sobrevive em nossos próprios tempos. Mas nossa Danu amada teve um reflexo oposto, se Danu é representante das forças divinas da luz, então Domnu representa o frio, escuridão e o medo das profundidades desconhecidos dos oceanos. Domnu também é uma mãe, e a fundadora dos Fomóire, a tribo antiga de adversários que tentaram tomar o controle da lei e da ordem dos Tuatha Dé Dannan, de forma que caos podem reger a terra. O nome Domnu significa "terra" e é derivado do Céltico dubno. O sentido da etimologia é "profundo" ou "o que estende abaixo". Até mesmo o nome dos Fomóire significa "debaixo do mar". Estes Fomóire representam as forças de natureza selvagem, eles são ingovernáveis e ainda necessários ao equilíbrio certo da vida na terra.

ARQUÉTIPO DA NATUREZA
Meditando com Dana..

A Deusa Dana chega até nós propondo um encontro com as profundezas da natureza. Ela nos fala o quanto é belo e mágico estar no alto da montanha e descobrir uma nascente jorrando por debaixo de rochas pesadas. A surpresa da fonte sugere as reservas arcaicas da consciência despertando dentro de nós. Pede-nos agora que escutemos o silêncio do lugar. Feche os olhos e sinta-o. Lugar é uma intensa individualidade. Com total atenção, a paisagem celebra a magia das estações, entregando-se sem reservas à paixão da deusa. O delinear da paisagem é a forma mais antiga e silenciosa da consciência.
Os rios, lagos e regatos têm voz e música, eles são as lágrimas da alegria e dão vida à terra. A terra tem alma, as nascentes tem alma e são considerados lugares purificadores.

Manannán mac Lir disse: "Ninguém obterá conhecimento a menos que beba da nascente". As nascentes eram consideradas como aberturas especiais por onde fluía a divindade. Quando uma nascente desperta em nossa mente, nossas possibilidades podem fluir e descobrimos então o nosso íntimo. Existe tanta beleza e benção perto de nós, que se destinam à nós, mas que não estamos prontos para recebê-la, por não termos presteza, ou por estarmos talvez cegos, medrosos ou nos esteja faltando um pouco de auto-estima. Mas se nos dermos uma chance, a porta de nosso coração poderá passar a ser o portal do céu. Por que não tentar?

RITUAL PARA SAÚDE DA DEUSA DANA
Escolha um lugar reservado em sua casa para fazer este ritual, se for ao ar livre melhor ainda. Primeiro você deve instalar seu altar, que pode ser redondo simbolizando a Deusa, quadrado (simbolizando os quatro elementos) ou retangular, mas fundamentalmente deve conter a representação dos quatro elementos, junto aos respectivos pontos cardeais. Eu instalei meu altar da seguinte forma:
Primeiro cubra seu altar com uma toalha branca. Depois obedeça as seguintes posições:

LESTE- incenso para o AR. (casa do elemento intelectual). Pode-se colocar flores também.
SUL- vela branca para o FOGO (elemento da transformação, paixão , sucesso, saúde e poder)
OESTE - água para o elemento ÁGUA (elemento da mente psíquica, da cura e da espiritualidade)
NORTE - pedra ou uma planta suspensa para a TERRA. (elemento estabilizador e centralizador dos outros três). Deve ser colocado aqui também o breve ou amuleto (pode ser uma pulseira, corrente, chaveiro,etc) a ser consagrado para a saúde, que deverá ser mergulhado dentro de um óleo (pode usar essência de sândalos).

INVOCAÇÃO


Dana, nossa deusa amada
Cujos cabelos acenam ao vento
Coloridos como sóis brilhantes
Cuja veste se faz oceanos
Mãe divina dos Tuatha de Danann
E das terras Ocidentais
Traga-nos sua alegria
Traga-nos a boa saúde
Desperte em nós a beleza
Da natureza que é seu véu.

Neste momento, retire seu amuleto do óleo e passe-o sobre o fogo da vela, a fumaça do incenso e borrife água sobre ele, colocando em seguida de volta ao recipiente onde se encontrava anteriormente. Deixe-o sobre o altar por três dias. No término deste tempo, lave-o com água corrente e use-o de preferência junto ao corpo.

Texto pesquisado e desenvolvido por

Rosane Volpatto
http://www.rosanevolpatto.trd.br/deusadana.htm

pleiades





Poesia:
http://imprimis.arteblog.com.br/3573/PLEIADES/
As plêiades
Miríade de paz, magnânimo reprocessar,
cantiga em forma de oração.
Miríades e reclusão.
Castigo no lusco-fusco.
Algo a brilhar.
O que será, em fim?
O brilho é tão difícil se preconizado pela ternura.
Miríades e constelações.
Abraços do ontem, serpentes do nada,
tudo vai ao encontro do sonho do poeta,
que é a nova cidade adornada de miríades de flores.
Os sonhos e as cores refletindo-se ao rufar dos tambores.
Miríades e cascatas a par dos lírios, os novos delírios.
A centigrama do sistema e a imaginação nas miríades.
Constelações abruptas nas grutas encantadas de pedras preciosas.
Lá é o Reino do Todo- poderoso.
Qual é o mapa de se chegar até lá?
Mas, por enquanto, dentro das miríades que aparecem na realidade,
o sonho com nova cidade.
Fernando Medeiros,2007



Pleiades:
O que são http://www.on.br/glossario/alfabeto/a/aglom_aberto_pleiades.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades
-O aglomerado estelar aberto das Plêiades é o aglomerado de estrelas mais brilhante em todo o céu. As Plêiades também são conhecidas por vários outros nomes tais como "Sete Irmãs", como M 45 pela classificação do catálogo Messier, e como "Subaru" no Japão. Este aglomerado está localizado na constelação do Touro (Taurus). Seis das estrelas nas Plêiades são visíveis sem o auxílio de telescópios. Aproximadamente 500 estrelas pertencem ao aglomerado estelar aberto das Plêiades e a maioria delas são fracas. Uma nebulosa de reflexão circunda estas estrelas.
Dados essenciais:
descoberto por (conhecido desde a pré-história)
outros nomes M 45; "Sete Irmãs"; "Subaru" (no Japão)
constelação Taurus
ascenção reta 03 horas 47,0 minutos
declinação +24o 07'
distância 380 anos-luz
magnitude visual 1,6
dimensões aparentes 110,0 minutos de arco
idade ~100 milhões de anos
________________________________________
Outros fatos importantes
• MUITO IMPORTANTE: fisicamente, a nebulosa de reflexão que voce ve na fotografia, provavelmente, é parte da poeira de uma nuvem molecular NÃO RELACIONADA com o aglomerado das Plêiades. Ela NÃO É formada por restos da nebulosa que, um dia, deu origem ao aglomerado das Plêiades. Simplesmente esta nuvem de poeira está cruzando o caminho do aglomerado das Plêiades. O fato desta nebulosa de reflexão não estar associada com o aglomerado aberto das Plêiades é comprovado por medições das velocidades radiais relativas delas. Mostra-se que a nebulosa e o aglomerado tem velocidades radiais diferentes, cruzando um ao outro com uma velocidade relativa de 11 quilômetros por segundo.
• Modernos métodos de observação tem revelado que pelo menos 500 estrelas, na maioria muito fracas, pertencem ao aglomerado aberto das Plêiades
• O aglomerado aberto das Plêiades se espalha por um campo de 2 graus no céu (isto significa 4 vezes o diametro da Lua!)
• A distância do aglomerado aberto das Pleiades, 380 anos-luz, foi recentemente determinado a partir de medições de paralaxe diretas realizadas pelo satélite astrométrico Hipparcos, da European Space Agency (ESA). Este novo valor difere muito daquele que era aceito anteiormente, cerca de 408 anos-luz. Curiosamente, isto trouxe um problema para os astrofísicos. Agora é necessário explicar a contradição que existe entre este novo valor, que coloca as Plêiades bem mais próximas de nós, e as magnitudes aparntes comparativamente fracas das estrelas que formam este aglomerado. http://www.on.br/glossario/alfabeto/a/aglom_aberto_pleiades.html
-As Plêiades (Objeto Messier 45) são um grupo de estrelas na constelação do Touro. As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45 são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades tem vários significados em diferentes culturas e tradições.
O cluster é dominado por estrelas azuis quentes, que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. Há uma nebulosa de reflexão formada por poeira em torno das estrelas mais brilhantes que acreditava-se a princípio ter sido formado pelos restos da formação do cluster (por isto receberam o nome alternativo de Nebulosa Maia, da estrela Maia), mas hoje sabe-se que se trata de uma nuvem de poeira não relacionada ao aglomerado, no meio interestelar que as estrelas estão atravessando atualmente. Os astrônomos estimam que o cluster irá sobreviver por mais 250 milhões de anos, depois dos quais será dispersado devido à interações gravitacionais com a vizinhança galáctica.


Mitologia:
Texto completo em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades_%28mitologia%29
Na mitologia grega, as plêiades eram filhas de Atlas e Pleione. Cansadas de serem perseguidas pelo caçador Órion, pediram a Zeus que as transformasse em uma constelação.
As plêiades são: Electra, Celeno, Taigete, Maia, Mérope, Asterope e Dríope.
Atlas (em grego, Άτλας) - também chamado Atlante - foi um dos titãs gregos, condenado por Zeus a suster o céu para sempre. Atlas foi o primeiro rei da mítica Atlântida. Era casado com Pleione e com quem teve sete filhas, as chamadas de Plêiades.
Pleione (do grego Πληιόνη) era filha do deus Oceano. Ela viveu no Monte Kyllini situado na região do sul da Grécia chamada Arcádia. Ela era casada com Atlas e teve sete filhas, as chamadas Plêiades.

Taigete, na mitologia grega, foi uma das Plêiades, filha de Atlas e da ninfa Pleione. Ela e Zeus são os pais de Lacedemon, rei de Esparta.
Electra também é uma das Plêiades, filha de Atlas. Ela teve vários filhos com Zeus: Dardano, Iasion e (segundo algumas versões) Harmonia.
Maia (do grego dórico Μαία), na mitologia grega era uma das sete irmãs que, fugindo do gigante Órion, se transformaram na constelação das Plêiades. Era uma ninfa. Com Zeus teve Hermes, o belo mensageiro dos Deuses. Maia e Hermes temiam a fúria de Hera, por ciúmes de Zeus. Porém, em vez de serem odiados, os dois conseguiram a simpatia de Hera. A Maia era consagrado o dia 15 de maio. Na tradição romana, Maia talvez seja outra, diferente dessa ninfa da Arcádia, a que personificava o despertar da natureza na primavera e que viria a se transformar na mentora de Mercúrio.
Ela é deusa da fecundidade, e da projeção da energia vital. Maia era à ninfa que personificava os lugares frios. Maia também é filha de Atlas e Plêione.
Mérope era uma das Plêiades (as sete filhas de Atlas e de Pleione, a filha de Oceano), juntamente com Electra, Maia, Tagete, Alcíone, Celeno e Astérope. Foi a única das plêiades a se casar com um mortal, Sísifo. Na mitologia grega, Sísifo, filho do rei Éolo, da Tessália, e Enarete, era considerado o mais astuto de todos os mortais. Foi o fundador e primeiro rei de Ephyra, depois chamada Corinto, onde governou por diversos anos. Casou-se com Mérope, filha de Atlas, sendo pai de Glauco e avô de Belerofonte.
Asterope
Uma das Plêiades, filha de Atlas e da ninfa Pleione, esposa de Enómao (noutros relatos é mãe de Enómao) e mãe de Hipodâmia.
Dríope, na mitologia grega era uma de Plêiades, filha de Atlas e da Oceânide Plêiona. Foi amada por Hermes, e dessa relação nasceu Pã. Dríope ficou tão horrorizada com a feiura do filho que acabou o abandonando. De Apolo teve Anfiso.

Tupi-Guarani
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades_no_folclore_e_literatura
As Plêiades são significativas na cultura dos indígenas da América do Sul, em especial para os Tupi-guaranis do Brasil. Seu aparecimento marca o início do ano no Calendário Tupi-Guarani[1]
Há várias lendas Tupi explicando a existência do grupo estelar[carece de fontes?]. Numa delas [2] é visível o objetivo de incentivar uma "maternidade responsável". Uma jovem tupi, mãe de sete filhos pequenos, não cuidava do mesmos, deixando-os ao encargo da avó das crianças. Morrendo a avó, a única alternativa dos pequenos foi voar, fugir, para o céu e lá formar a constelação do Sete Estrelo, como as Plêiades são também conhecidas em português

Referências bíblicas ao aglomerado das Plêiades
• Livro de Jó: 9-9
9-9 "[...] quem fez a Urso, o Órion, o Sete-estrelo e as recâmaras do sul"
• Livro de Jó: 38-31
38-31 "Ou poderás tu, atar as cadeias do Sete-estrelo, ou soltar os laços de Órion?"
• Livro de Amós: 5-8
5-8 "[...] procurai o que faz o Sete-estrelo, e o Órion, e torna a densa treva em manhã e muda o dia em noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra: o Senhor é o seu nome."

Apocalipce :
Texto completo em:http://www.gnosisonline.org/Magia_Cosmica/energias_pleiades.shtml
Alcione é um sol muito interessante. Ao seu redor giram outros tantos sóis. Disseram que o sol que nos ilumina é o sétimo sol a girar ao redor de Alcione. Cada sol é centro de um sistema solar e Alcione é o centro de 7 sistemas solares.
As Plêiades são um grupo de estrelas situadas na Constelação de Touro, dentre elas está Alcion ou Alcione. Vamos estudar a respeito deste enigmático e também importante Sol, já que sua influência sobre o nosso sistema solar é muito importante.
Convém lembrar que a Bíblia cita as Plêiades algumas vezes, vejamos algumas delas: "Falando Deus a Jó, disse-lhe: 'Poderás tu impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Órion?' ... 'Soubeste tu as ordens do céu?'" (Livro de Jó cap. 38; 31)
As Sagradas Escrituras são muito claras ao se referir às "Delícias das Plêiades". Sabemos que a energia eletrônica de Alcione (o Sol Central das Plêiades) trará a todos os seres humanos uma luz de pureza, tanto interior quanto exterior. Estas são as delícias maiores que podemos ter.
No livro escrito em alemão, intitulado Der Jungs Ter Jag, de Paul Otto Hesse, aparecem inquietantes afirmações relacionadas com as Plêiades. Segundo Hesse, nosso sistema planetário forma parte do sistema de sóis pertencentes ao sistema das Plêiades e que não apenas seis sóis giram ao redor de Alcione, mas também o nosso Sistema Solar, chamado esotericamente de Ors, sendo o sétimo a gravitar em torno da grande massa chamada Alcione. Toda esta rotação e translação dura cerca de 24 mil anos, divididos em dois semiperíodos de 12 mil anos, dos quais 2 mil são de luz e 10 mil de obscuridade. Segundo afirma Otto Hesse, atualmente estamos vivendo o final dos 10 mil anos obscuros e, conseqüentemente, prontos para entrar nos 2 mil anos de luz.
Afirma-se que Alcione possui ao seu redor um gigantesco anel de radiações em posição transversal do plano das órbitas dos sóis e seus sistemas solares. O alcance do disco energético é de centenas de anos-luz. Logicamente, todos os sistemas solares terão obrigatoriamente de cruzar o anel ou disco de radiações. A velocidade é diferente, portanto demoram tempos diferentes. O nosso Sistema Solar de Ors, devido à sua posição dentro das órbitas de Alcione, demora cerca de 2 mil anos para atravessar o anel alciônico. Segundo Hesse, a poderosa energia radiante do anel de Alcione provoca a decomposição ou o rompimento dos elétrons. Essa fissão eletrônica é desconhecida ainda pela ciência atual. Foi-nos dito que este fenômeno ocorre a cada 10 mil anos, com o qual se explica a época glacial.
Afirma-se que os Anéis de Alcione, por sua forma aparente, poderiam ser comparados aos anéis de Saturno, com a diferença de proporções e teor energéticos, já que estes são formados de pó e rochas, e aos anéis de Alcione, de luz, estendendo-se várias centenas de anos-luz.
Dentre em breve, a ciência acusará ter descoberto no espaço exterior certas radiações até então desconhecidas. A partir deste momento tudo será questão de pouco tempo para penetrarmos na Zona Manásica de Alcione.
A ciência atual não admite a hipótese da existência real dos anéis, e também que pertencemos a um sistema estelar tendo como eixo Alcione. Portanto, como afirma a Bíblia, a Humanidade será atingida de surpresa.

A civilização das Plêiades:
Texto completo em:http://www.vialuz.com/linkArticles.do?id=448&typeId=1
Ali reside uma civilização amorosa e pacífica que cultua a harmonia, a beleza e todas as formas de arte.

Os pleidianos vivem em plena unicidade uns com os outros. Gregários por natureza, gostam de estar juntos. Sua forma de expressão nunca é individual, mas grupal, e até mesmo seus instrumentos musicais são projetados para ser operados por várias pessoas simultaneamente.

Amáveis, delicados e extremamente criativos, eles vivem praticamente em estado de graça em seu lar planetário - afinal, estão livres dos conflitos criados pelas diferenças de opinião e de vontade. Extasiam-se com a beleza da vida, expressam esses sentimentos por meio da arte e criam mais beleza e harmonia, vivendo assim em constante alegria e contemplação.

Há muitas almas originárias das Plêiades encarnadas na Terra - elas constituem a segunda raça extraterrestre mais presente por aqui. Vêm buscar, na terceira dimensão, a experiência do concreto, algo que o adiantado estado de sua civilização não pode lhes proporcionar.

O que o pleidiano tem de facilidade para criar, tem de dificuldade para executar suas idéias e levar as coisas até o fim. Aqui, na densidade da Terra, é que ele aprende a necessidade de plantar e cuidar para colher; que percebe a relação de causa e consequência dos mundos materiais. Em seu planeta de origem, extremamente sutil, é muito difícil ter essa percepção.

Até para encarnar na Terra, os pleidianos nunca vêm sozinhos, mas em grupo, e acabam sendo atraídos para o ofício das artes e da música, para os trabalhos comunitários ou em que possam empregar seus talentos criativos. São gentis, fazem amigos com facilidade e adoram estar com crianças. Muitos tornam-se bons professores e administradores de recursos humanos, pois, movidos pelo seu sentimento de fraternidade, gostam de ver os outros crescerem.

Exotéricos:

http://indigochildren.multiply.com/journal/item/326
Mensagem da constelação das Plêiades
Informações que nos chegam sobre o Cinturão de Fotons Tudo sobre o Cinturão que irá anunciar a ascensão do planeta

Cinturão de Fotons 2

Por: Vera Helena Tanze - vhct@uol.com.br


07-01-2006 - Olá amigos, o tema de hoje é fruto de canalizações e telepatia que pude identificar em alguns trechos que li de outros canais. O povo que mais me envia mensagens sobre este tema, é o dos pleideianos, habitantes das Plêiades. Muito de nossas artes vieram deste povo sensível, detentor de grandes conhecimentos cósmicos.
Os Maias contribuíram enormemente para o desenvolvimento da Terra com seus conhecimentos astrológicos, principalmente. Suas profecias se estendem até 2012, quando termina o Calendário Maia. Este povo também é chamado de “cigano cósmico“, pois atua em diversas culturas que se instalam, prosperam e simplesmente desaparecem sem deixar vestígios, como no caso da civilização Maia.
Seria coincidência o nome de um dos sete astros da constelação das Plêiades se chamar Maia? Seria também coincidência a referencia nos antigos escritos da Índia (Bhagavad Gita) se referir ao véu de ilusão que envolve a Terra como “Maia”?

Os visitantes das Plêiades mostram uma vasta nuvem de energia na qual o planeta está envolvido. Este vasto campo de energia é chamado de Cinturão de Fóton, imensa massa de espaço, fortemente energizado pela luz. Como já me referi em outro artigo sobre a matéria, a entrada da Terra para dentro deste Cinturão irá anunciar a tão esperada ascensão do planeta, quando passaríamos da terceira para a quinta dimensão, transitando rapidamente pela quarta dimensão. (veja no fim do artigo o link: Extraterrestres, o que são, o que querem).

Vamos explicar um pouquinho o que seria o ''Cinturão de Fóton''.
Fóton e uma partícula de energia clara registrada pelos olhos quando atinge a retina. Quando o elétron muda sua órbita, os fótons são emitidos pelos átomos. Alguns deles atingem a retina diretamente e podemos ver o bulbo da lâmpada. Outros se refletem nos objetos e no ambiente, proporcionando sua visualização.
Imaginem uma imensa nuvem no espaço feita apenas de Fótons, pura energia de luz. Imaginem nosso planeta indo para aquela nuvem. Com certeza terá um efeito sobre nós.
Esta energia vai alterar nosso DNA, encher nossas células, alterar nossos sentidos, nosso modo de pensar e irá permitir que vejamos as dimensões superiores.

O Cinturão de Fóton, é uma área de espaço imensa no formato de uma rosca perto das Plêiades, uma constelação composta de 400 a 500 estrelas, situada a uma distância de cerca 415 anos luz de nós na direção de Touro. A constelação foi chamada pelos antigos gregos de “Sete Irmãs'' porquê só conseguiam, (e isso vale ainda hoje), ver somente sete estrelas a olho nu.
Embora nosso sistema solar esteja para chegar ao cinturão, nós ainda não podemos vê-lo, porque ainda não está emitindo, ou seja, os fótons ainda não podem sair para estimular nossas retinas, impedindo sua percepção.
Mas uma vez dentro dele, passaremos a vivenciar alguns fenômenos, tais como o aumento de experiências paranormais e uma maior lucidez dos sonhos.

No livro de Fred Sterling, “Kirael: A grande mudança“, o autor nos conta que quando a Terra cruzar este perímetro externo, iremos ao encontro da parte mais densamente compactada do campo. Os fótons estão tão comprimidos que obscurecerão a luz do sol e teremos três dias de profunda escuridão (veja link do artigo no final deste texto). Esta total escuridão na presença de energia densa de luz parece uma contradição, mas em tese os cientistas afirmam que pode acontecer.
Os pleideianos dizem que atravessar o limite externo do Cinturão leva três dias, o que nos remonta à profecia bíblica dos três dias de escuridão, que poderia significar esta transição:
“...e o sol tornou-se negro como saco de silício e a lua toda tornou-se como sangue. E as estrelas do céu caíram sobre a Terra”. (Apocalipse 6 ,12-13)
“O sol se converterá em trevas e a lua em sangue”. (Atos 2, 20)
“E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas”. (Lucas 21, 25)
“Então verão vir o Filho do Homem, com poder e grande glória. Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai vossas cabeças porque vossa redenção está próxima“. ( Lucas 21, 27-28).

Devemos nos lembrar que isto se passou há 2000 anos e naquela época não havia vocabulário para descrever determinadas situações, como por exemplo um helicóptero, um forno de micro ondas ou até mesmo uma nave.

Os pleideianos afirmam que a Terra se tornará muito fria e que a eletricidade não mais operará pois não terá condições de se mover pelos fios. Aparentemente qualquer energia da terceira dimensão não sobreviveria à passagem pelo Cinturão sem mudanças imensas, por esta razão, o campo de energia da terra deverá ser desmanchado antes que isto aconteça. É por isto que a grade magnética da Terra está sendo retirada aos poucos. As rotas dos aeroportos designadas em graus Norte Magnético estão sendo renumeradas, animais que se norteiam pelas linhas das forcas magnéticas para seus padrões migratórios, estão ficando confusos, baleias encalhando e assim por diante.
Outro efeito colateral, será um tremendo abalo na estrutura sísmica da Terra, que causará vários terremotos, intensas atividades vulcânicas, mudanças nos padrões climáticos.

Desde de 1996, o campo magnético da Terra está muito alterado devido ao desvio dos pólos magnéticos. Nossas células cerebrais contém pequena quantidade de material magnético, o que torna nossa memória dependente do campo magnético do planeta. Desta forma, se com a reversão polar a intensidade do campo cair para zero, nossas memórias poderão ser totalmente extintas. É o chamado “Marco Zero”, que opera em reinos além de nossa realidade tridimensional. A tecnologia do “Marca Zero” servirá de meio para trazer ao mundo notáveis mecanismos, tais como fontes de energia livre e aparelhos limpadores da atmosfera; porém, conforme aponta Drunvalo Melchisedek, tal tecnologia não será suave, pois poderá desestabilizar a economia de muitos países e alterar a balança do poder que hoje depende enormemente das fontes de energia planetária.
Nossos amigos, seguindo as profecias Maias, confirmam a data da mudança para 2012. O Apocalipse bíblico prevê que após três dias de escuridão a atmosfera irá se iluminar e voltar ao normal.
Porém, além da terceira dimensão, existe um tempo simultâneo, não linear, e então de certo modo isto já aconteceu para eles.

Na grande mudança, as pessoas despertas acordarão como de um sonho com seus centros de energia totalmente abertos, livres do “Véu de Maia” (ou de esquecimento), tanto pessoal quanto planetário, pertinentes à terceira dimensão. As pessoas começarão a se reconectar com suas origens e propósitos da alma, que é o retorno da Consciência Crística para o planeta. Por outro lado, a grande maioria estará em confusão e negação.
As constelações estarão diferentes e as estrelas bíblicas que cairão do céu poderão ser as naves aterrissando. Talvez também, a bíblica “Sua redenção esta próxima” se refira à mudança de freqüência dimensional.

Por fim, este “Véu de Maia” que envolve nosso planeta, cairá de tal modo que os primevos Semeadores de vida na Terra, vindos de outros sistemas, reaparecerão, nos auxiliando a firmar uma nova civilização e incorporar novos paradigmas de realidade.

Muita Luz, http://indigochildren.multiply.com/journal/item/326

Ufologia:
* Plêiades



• Os Plêiades são uma coletividade de extraterrestres do sistema estrelar Plêiade. Sua cultura é antiga e parece vir de outro universo, muito antes da Terra haver sido criada. Eles formam uma sociedade maravilhosa a qual vivem com idéias e ideais que ainda não nos são familiares. Os Plêiades começaram um projeto de contatar e inspirar os humanos terrestres a tomar de volta a sua força interior e criar uma realidade melhor para eles mesmos. Eles estão aqui como embaixadores de outro universo para ajudar a Terra na sua transição da terceira dimensão à quarta e assistir a cada um de nós no esforço de conscientização e conhecimento interior. Como seu projeto tem se tornado muito bem sucedido, muitos ET's têm se juntado ao grupo, alguns de outros sistemas estrelares. Assim, o grupo recentemente trocou o nome de Plêiades para Plêiades Plus. Ele ensinam a forma de energização metafísica pessoal e social. Os Plêiades falam como uma coletividade e não indivíduos. Eles não aparecem sob forma física, mas podem, se quiserem. Eles acham seguro enviar suas mensagens através da canalização, e não atrair muita a atenção. “ A PERGUNTA É PQ SERA QUE SE NOS SOUBERMOS QUEM ELES REALMENTE SÃO ALGO VAI MUDAR AS PESSOAS TEM QUE EVULUIR POR CONTA PROPRIA E NÃO COM AJUDAS SEMPRE FALAM QUE SÃO ESPIRITUALMENTE EVOLUIDOS HÁ QUE É ISSO! SE SÃO INTELIGENTES VAM PERCEBER QUE A INOVAÇÃO TECNOLOGICA SURGE ATRAVES DA INTELIGENCIA E CONHECIMENTO COM ISSO SE PRECISA DA CIENCIA PQ É ATRAVEZ DELA QUE ELES VÃO CRIAR NOVAS DESCOBERTAS E CRIAR NOVAS FONTES DE VIDA COMO LONGA VIDA E CRIAÇÃO DE PESQUISAR GENÉTICAS , TUDO TRARIA MAIS CONFORTO E SEGURANÇA NOVAS TECNOLOGIAS PARA O LOCAL ONDE VIVEM OU PASSAM A MAIOR PARTE DO TEMPO , CONHECIMENTO DE ACONTECIMENTOS DE OUTRAS CIVILIZAÇÃO QUE TRARIA MAIS IDÉIAS DE CRIAÇÃO NOVOS EQUIPAMENTOS PARA O MELHOR ESTILO DE VIDA ISSO QUER DIZER DOMINAR VÁRIAS AREAS COMO CONTROLAR NOSSOS IMPULSOS PARA NÃO SEREM ACRECIVOS E CONVIVEREM EM PAZ DIFERENTE DE NOS QUE SOMOS VIOLENTOS E SEMPRE ESTAMOS EM GUERRA A QUESTÃO É NÃO DOMINARAM A ESPIRITUALIDADE E SIM A TECNOLOGIA QUE FAZ ELES VIVEREM COM UM PROPÓSITO QUE MUITOS HUMANOS NÃO ENTENDE QUE É EVOLUÇÃO DA ESPECIE A EVOLUÇÃO TRAZ O CONTROLE O CONTROLE TRAZ A ESTABILIDADE A ESTABILIDADE TRAZ A COOMPRENÇÃO , GENÉTICA OU ENGENHARIA GENÉTICA , PROLONGAÇÃO DA VIDA , REPRODUÇÃO DE CELULAS DEFEITUOSAS NO CORPO E ASSIM POR DIANTE , E ACHO QUE ELES SE DECEPCIONA QUANDO OS HUMANOS NO GERAL FALAM QUE ELES OS ALIENIGENAS SÃO ESPIRITUALMENTE EVOLUIDOS , MAS NA VERDADE ELES INTENDE QUE PARA EVOLUIR TODOS TEM QUE DEIXAR A ESPIRITUALIDADE PARA TRAZ OU ESQUECER A ESPIRITUALIDADE.* Sirius Membros da Confederação dos Humanos. Eles são uma raça hipotética, aquática, algo como uma versão de golfinhos e baleias. Eles dizem viver numa consciência crística e estão no sistema solar muitos ligados a nossas maneiras físicas. Eles também exercem um papel na ajuda à Terra, mas fazem isto de forma sutil, em nossos oceanos. * Reptilianos A raça Reptiliana, de Draco, um planeta conquistado, é controlada pelos Greys por meio de um implante ( o mesmo que implantam em humanos ). Eles também dizem ser a mente mestre dos planos de abduções. Possuem uma recém-criada "meia-criatura" com implantes para derrotar a Confederação dos Humanos. Os Reptilianos também usam os humanos como alimento.* Vega Membros da Confederação dos Humanos. Estas raças são as mais citadas em livros, publicações e grupos de discussões. http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://1.bp.blogspot.com/_PnMJjkhChdk/RvWtkLK58iI/AAAAAAAAAes/GGKgLazrPBQ/s320/pleiades.jpg&imgrefurl=http://ufoactivity.blogspot.com/2007/09/espcies-j-classificadas-parte-1.html&usg=__XnVMRFUCaXJDpAmFbSIYV9Jd67U=&h=320&w=214&sz=13&hl=pt-BR&start=96&sig2=A2arm_0CFgQ87Qd2uKVAIw&um=1&tbnid=sWt3dkWOKamrOM:&tbnh=118&tbnw=79&prev=/images%3Fq%3Dpleiades%2Blivro%26ndsp%3D18%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D90%26um%3D1&ei=g6BZS_WYGci1lAem4dSDBQ


Livros:
Mensageiros do Amanhecer: Ensinamentos das Plêiades

Autor: Barbara Marciniak


música:



The Prophecy Of Pleiades
Pagan's Mind
Indisponivel Idioma original: ING Traduções: POR

(A profecia das plêiades)

Andando através do bosque na noite de inverno
Uma luz da estrela congela o céu
Com a confidência e autocontrole
A ausência da noite guardou minha cativa alma com vida
Derrubando a liberdade da escolha...

Como um andarilho perto
Do coração da noite
Um estranho reflexo chama-me sobre o céu
Alguma coisa me deixa pinturas
Pinturas em minha mente
Nunca vistas antes

Ponte:
Como um fantoche se afogando...
...Uma mente cativa, nunca se libertará
Perto de um lugar desconhecido...
...Atmosférico, intensa luz

Refrão: 2x
Esperando no silêncio
Caindo num profundo transe

O estranho reflexo sussurra meu nome
Uma voz desconhecida
Sussurra nas árvores e no vento
Preste atenção ao chamado
Misterioso
Sem controle da mente
O amanhecer está perto
Uma ferroada congelante em meu sangue e em meu cérebro
Como eu sentia que perderia meu poder
Eu parei e respirei fundo

Quem sou eu para encarar nesta noite?

Ponte:
Como um fantoche se afogando...
...Uma mente cativa, nunca se libertará
Perto de um lugar desconhecido...
...Atmosférico, intensa luz

Refrão: 2x
Esperando no silêncio
Caindo num transe profundo

"Preste atenção ao chamado
Da consciência iluminada
O tempo está esperando
Pela o transe, você verá a luz"

Luz purificada e som inexplicável
Da clara nave pavorosa
“Nós viemos da sétima estrela
De uma remota constelação
Nós já viemos aqui antes.”

Assistimos esta terra com vida...
...Respirando, morrendo
Um experimento da ciência
Trouxe o sinal
Agora trouxe para
A toda humanidade
“Uma profecia de nosso reino”

Refrão: 2x
Esperando no silêncio
Caindo num profundo transe

Preste atenção ao chamado
Da consciência iluminada
O tempo está esperando
Pela o transe, você verá a luz

"Trouxe o sinal
Agora trouxe para
Toda humanidade"
Contribuição:peter parker

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PÃO DE LAMMAS


No ritual de Lammas é costume fazer o pão de Lammas como forma de agradecimento a tudo que a natureza nos deu durante o ano. Você pode até pensar da seguinte forma: “eu não planto absolutamente nada, apenas vou ao supermercado e compro”. Mesmo assim você compra algo que a natureza forneceu a todos nós de alguma forma, não é mesmo? Então, nada mais sensato que agradecer…

O Pão de Lammas é uma antiga tradição. Não sabe-se ao certo quando começou, já que tudo está envolto em lendas e sempre há quem aumente ou exclua algum detalhe. Mas a lenda diz que as famílias se reúnem para celebrar e para tal fim, cada um trás um dos ingredientes e uma erva que representará a colheita.

É muito importante que a erva seja fresca e não desidratada. Então vamos a receita, mais uma vez fornecida pela Lu:

Ingredientes:

04 tabletes de fermento de pão
01 xícara de leite
01 colher de açúcar
01 quilo de trigo
04 colheres de sopa de margarina
03 ovos
ervas frescas

Procedimento.
Comece misturando o leite, o fermento, os ovos e o leite em uma vasilha. Acrescente um pouco de farinha, sendo uma quantidade suficiente para fazer um mingau. Reserve, cobrindo a vasilha com um pano. Deixe crescer em um local “aquecido” por aproximadamente 30 minutos.

Observação. O tempo varia dependendo do lugar. Se for usado uma estufa o tempo será menor. Se for ao ar livre, dependerá exclusivamente da temperatura do lugar. O importante é que a massa inicial cresça, dobrando de volume…

Após a massa crescer, você deve preparar a mesa e chamar todos que vão participar da confecção da massa. Peça para que todos se sentem e então traga a massa para a mesa. Comece adicionando trigo, quantidade suficiente para sovar a massa e a margarina. Em seguida, peça para que cada um adicione suas ervas. Eu geralmente uso: hortelã menta, salsinha, oregano, mangericão, mangerona).

Agora começa a parte mais importante, onde todos vão sovar a massa. Não se pode esquecer de estar com as mãos limpas, tanto quanto os pensamentos. Toda a nossa energia irá para a massa que deve ser bem sovada. Inicialmente a massa gruda nas mãos e depois começa a tomar definição de massa de pão, aos poucos vai soltando das mãos. Adicione o trigo enquanto for suficiente…

A massa estará pronta quando está mudar de cor. Inicialmente ela tem uma tonalidade escura, mas aos poucos começa a ficar mais clara, um tom de creme brilhante, muito bonito.

Separe em partes iguais aos participantes da mesa, sendo que cada um deve preparar o seu próprio pão, sempre no formato desejado. O melhor é o redondo para representar a terra, o sol, a lua… Mas não é obrigatório, fica a critério…

Deixe a massa crescer até dobrar de tamanho e em seguida leve ao forno pré aquecido. Quando tirar do forno, leve a mesa ou para o seu ritual seguido de uma bela xícara de chá quente e não esqueça de agradecer a natureza antes de comer e dividir entre seus familiares.

Um pedaço desse pão pode ser colocado dentro das “latas” de arroz ou feijão para que nunca falte alimento em sua casa. É uma tradição antiga e olha que funciona…

Ps. A Su fez a receita do domingo passado e disse para a Lu que adicionou umas coisinhas a mais e que ficou delicioso. Bem, a Lu disse que a cozinha é isso, uma arte pessoal onde os ingredientes são nossos e a combinação depende do nosso paladar e da maneira como tratamos os elementos que estão a nossa disposição. Ela mesma nunca segue receitas e sempre tem dificuldade em fornecer receitas. Sempre usa a quantidade necessária o que não significa exatamente um quilo ou uma xícara…

http://acasadomago.wordpress.com/2009/07/12/o-po-de-lammas/

LAMMAS OU Lughnasadh





LAMMAS

Hemisfério Norte: 1o de Agosto
Hemisfério Sul: 2 de Fevereiro

Conhecido como Lughnasadh, Véspera de Agosto e Primeiro Festival da Colheita, o Sabbat Lammas é o Festival da Colheita. Nesse Sabbat (que marca o início da estação da colheita e é dedicado ao pão), os Bruxos agradecem aos deuses pela colheita com várias oferendas às deidades para assegurar a continuação da fertilidade da terra, e honram o aspecto da fertilidade da união sagrada da Deusa e do Deus.

Lammas era originalmente celebrado pelos antigos sacerdotes druidas como o festival de Lughnasadh. Nesse dia sagrado, eles realizavam rituais de proteção e homenageavam Lugh, o deus celta do sol. Em outras culturas pré-cristãs, Lammas era celebrado como o festival dos grãos e o dia para cultuar a morte do Rei Sagrado.

A confecção de bonecas de milho (pequenas figuras feitas com palha trançada) é um antigo costume pagão realizado por muitos Bruxos modernos como parte do rito do Sabbat Lammas. As bonecas (ou bebês da colheita, como são chamadas algumas vezes) são colocadas no altar do Sabbat para simbolizar a Deusa Mãe da colheita. é costume, em cada Lammas, fazer (ou comprar) uma nova boneca de milho e queimar a anterior (do ano passado) para dar boa sorte.
NOME:
Lughnasadh é também conhecido como Lammas (Lê-se "lamas") ou Festival da Primeira Colheita. Dia sagrado no paganismo, em especial na religião Wicca. Celebrado no dia 2 de Fevereiro no hemisfério Sul e no dia 1º de Agosto no hemisfério Norte.
• Lughnasad= pronuncia-se Lunasá.
• Lammas= pronuncia-se Lamas.

SIMBOLISMO:
• Esse sabá, que ocorre entre o Solstício de Verão (Litha) e o Equinócio de Outono (Mabon), marca o fim do Verão e o início da época da colheita, uma época de agradecimento aos Deuses por tudo o que colhemos. Agradece-se ao que foi bom e também ao que pareceu ruim, pois na religião Wicca crê-se que tudo o que acontece na vida faz parte no caminho evolutivo de cada um.
• O nome Lughnasadh veio duma festa agrícola típica dos Céltico. Uma festa da colheita em honra ao deus céltico do Sol: Lugh (o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos).
• Já o nome Lammas significa "A Massa de Lugh", que representa o alimento (geralmente pão ou bolo ou qualquer outra massa) feito com os grãos, que representam a colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros do coven ou da família ou mesmo entre amigos.


COSTUMES E TRADIÇÕES

Além da tradicional "Massa de Lugh", segundo a tradição da religião Wicca, nessa época são feitos bonecos de palha (de milho ou trigo) representando os Deuses, chamados de Senhor e Senhora do Milho. Esses bonecos são tidos como amuletos de proteção durante todo o ano, até o próximo Lammas, onde são queimadas na fogueira ou no caldeirão.
Na fogueira, os bonecos de milho do ano passado, juntamente com papéis contendo agradecimentos aos Deuses, são queimados; isso ocorre como uma maneira de lembrar aos wiccanos de que devemos queimar o passado e utilizá-lo como combustível para o nosso futuro.
As noites já começaram a ficar mais longas, desde o Solstício de Verão; aproximando-se a época da partida do Deus para a Terra do Verão, deixando a sua própria semente no ventre da Deusa, de onde renascerá (mantendo o eterno ciclo do nascer-morrer-renascer).
CORRESOONDÊNCIAS

Em cada um dos 8 sabás da Roda do Ano na religião Wicca existem correspondências específicas para a composição dos rituais baseadas nos simbolismos de cada época.
Nomes Alternativos: Lughnashad, Elembrios, Harvest Tide, Teltain, Lughnasa, Lunasa ou Laa Luanys

Ervas ritualísticas tradicionais: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa, murta, folhas do carvalho, girassol e trigo, peônia, flor de trevo, heliotrópio, verbena, murta, rosa, girassol, musgo irlandês, trigo, salga, centeio, aveia, cevada, arroz, alho, cebola, manjericão, menta, babosa, acácia, folha de maçã, folha de framboesa, folha de morango, folha de uva, azevinho, confrei, calêndula, vinheiro, hera, avelã, espinheiro-preto, sabugueiro.

Plantas e frutos: Flores da acácia, aloés, olíbano, nozes, cerejas, arroz, cevada, urze, murta, girassol, milho, aveia, trigo, amoras, maçãs, além de todos os grãos e frutos maduros da estação.
Brasil:
Frutas do verão:Abacaxi, Banana-prata, Coco verde, Figo, Jabuticaba, Jaca, Kiwi, Laranja pêra, Laranja seleta, Mamão Havaí, Manga, Melancia, Melão, Nectarina, Pêssego, Romã, Uva Itália
Verduras e legumes da época:Alho, Batata, Catalonia, Milho verde, Salsão, Vagem.http://ronaldorossi.com.br/blog/?p=4232&cpage=1#comment-1009

Comidas típicas: Pães caseiros, bolos de cevada, cordeiro assado, além de tortas e outros pratos feitos a partir dos frutos da estação. Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Lammas são pães caseiros (trigo, aveia e, especialmente, milho), nozes, cerejas silvestres, maçãs, arroz, tortas de cereja, vinho de sabugueiro, cerveja e chá de olmo.


Bebidas típicas: Vinhos, cervejas, chás e sidras, além de sucos e outras bebidas preparadas a partir dos frutos da estação.
Incensos: acácia, aloé, olíbano, rosa e sândalo.
Cores: laranja e amarela. marrom, laranja, vermelho, amarelo.
Pedras: aventurina, citrino, peridoto e sardônia., olho-de-gato, topázio dourado, obsidiana, á gata, musgosa, rodocrosita, quartzo claro, mármore, ardósia, granito, seixos de rio.
Deuses geralmente representados: Lugh, Baco, Apolo, Rá, Ceres, Deméter, Mani, Urihi, Kupeirup, Iaçá, Danu, Gaia, Pele, Brigid, Uzume, e os demais deuses e deusas da colheita, fartura e proteção.

TOQUE BRASILEIRO

Grande parte dos wiccanos brasileiros prefere utilizar simbolismos mais próximos à cultura do Brasil, principalmente os simbolismos da cultura indígena (que são considerados os mais ‘originais’ dos brasileiros).
Nesse sabá, podemos citar a Deusa indígena Mani. Segundo a lenda, a filha do chefe de uma tribo apareceu grávida, porém ela jurava não ter se deitado com homem algum. O pai, seguindo a tradição, mata-la-ia; entretanto, na noite anterior ao ato, um espírito dos Antigos Anciãos da sua tribo veio-lhe em sonho e disse-lhe que a criança possuiria uma grande magia e que não deveria ser morta.
Quando a criança nasceu, sua pele era tão branca que mais parecia a própria lua a brilhar. Já nasceu sabendo falar, no segundo dia de vida, aprendeu a andar. Após um ano, aconselhando a tribo com as sábias palavras de uma Deusa, Mani morreu. Segundo a tradição, foi enterrada na oca de sua mãe, que a regava todos os dias.
Dentro de algum tempo, uma planta nasceu naquele lugar, uma planta cujas raízes escuras eram tão grandes que chegaram a sair do chão. Entretanto, o interior da raiz era tão branco quanto a alva pele de Mani; assim a planta ficou conhecida como Mandioca, que quer dizer, a Oca (casa) de Mani.
Por isso, em honra a Deusa Mani, também é muito comum no Brasil a valorização da mandioca e de outras plantas típicas no ritual de Lughnasad: a Festa da ColheitA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lughnasadh

RITUAL:1
Ritual do Sabbat Lammas

Comece marcando um círculo com cerca de 3m de diâmetro. Erga um altar no centro do círculo, voltado para o norte. Sobre ele, coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat. à esquerda (oeste) da vela, coloque um cálice com água (preferivelmente água fresca de chuva ou água de uma fonte de montanha) e uma bandeja ou prato à prova de fogo, contendo uma boneca nova de milho e uma do Sabbat Lammas do ano anterior. à direita (leste da vela), coloque um incensório com incenso de sândalo ou de rosa, e um prato com sal, pó ou areia para representar o elemento Terra. Diante da vela (sul) coloque um punhal consagrado e uma espada cerimonial consagrada.

Salpique um pouco de sal para consagrar o círculo e, então, começando pelo leste, trace o círculo com a ponta da espada cerimonial, movendo-a de modo destrógiro, enquanto diz: COM O SAL E A ESPADA SAGRADA EU CONSAGRO E TE INVOCO, OH CíRCULO DE MAGIA E LUZ DO SABBAT. SOB O NOME SAGRADO DA DEUSA E SOB A SUA PROTEçãO INICIA-SE AGORA ESTE RITUAL DO SABBAT.

Coloque de volta no altar a espada cerimonial. Acenda a vela e diga: NESTE CíRCULO CONSAGRADO DO SABBAT EU VOS CONJURO, AGORA, OH ESPíRITOS SAGRADOS DO ANTIGO E MíSTICO ELEMENTO FOGO.

Acenda o incenso e diga: NESTE CíRCULO CONSAGRADO DO SABBAT EU VOS CONJURO, AGORA, OH ESPíRITOS SAGRADOS DO ANTIGO E MíSTICO ELEMENTO AR.

Segure o punhal na mão direita e, com a ponta da lâmina, trace um pentáculo (estrela de cinco pontas) no sal, pó ou areia e diga: NESTE CíRCULO CONSAGRADO DO SABBAT EU VOS CONJURO, AGORA, OH ESPíRITOS SAGRADOS DO ANTIGO E MíSTICO ELEMENTO TERRA.

Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com água e diga: NESTE CíRCULO CONSAGRADO DO SABBAT EU VOS CONJURO, AGORA, OH ESPíRITOS SAGRADOS DO ANTIGO E MíSTICO ELEMENTO áGUA.

Coloque o punhal de volta no altar. Pegue a boneca nova de milho e coloque-a à direita da vela, e diga: OH SENHORA DA COLHEITA, EU TE AGRADEçO POR NOS SUSTENTAR NAS PRóXIMAS ESTAçõES E PELA GENEROSIDADE DESTA COLHEITA. ASSIM SEJA.

Pegue a antiga boneca de milho e queime-a na chama da vela. Coloque-a na bandeja ou prato à prova de fogo. Enquanto ela queima, recite o seguinte verso mágico do Sabbat: SENHORA DA COLHEITA DO PASSADO, QUEIME AGORA. à DEUSA VóS DEVEIS VOLTAR. ABENçOAI-ME COM A SORTE E O AMOR DO DEUS E DA DEUSA ACIMA. ASSIM SEJA!

Encerre o ritual afastando os espíritos elementais, apagando a vela e desfazendo o círculo em movimento levógiro com a espada cerimonial. Enterre as cinzas da antiga boneca de milho, como oferenda à Mãe Terra, e guarde a boneca nova para o próximo Sabbat Lammas.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich

RITUAL 2
Ritual de Lammas
Material necessário:
*Um pão;
*Cálice com vinho;
*Uma boneca de pano recheada de grãos;
*Ramos de trigo;
*Quatro velas marrons;
*Quatro velas laranjas;
*Caldeirão;
*Álcool de cereais;
*Açafrão.
Procedimento: Rodeie o seu Caldeirão com as quatro velas marrons,
intercalando-as com as quatro velas laranja.
Enfeite o seu Altar com os ramos de trigo e coloque o Pão sobre ele.
Trace o Círculo Mágico e diga:
´´Hoje é o momento de festejarmos a primeira colheita.
O Deus Sol nos trouxe a abundância,
A Deusa Mãe nos presenteou com as sementes.
Comemoro o Pão da vida que sustenta a todos.
Abençoada seja a fartura da Terra.´´
Acenda as velas, agradecendo aos Deuses por todas as dádivas
proporcionadas até o momento.
Pegue a boneca e com ela em suas mãos faça os seus pedidos.
Dê três voltas ao redor do Círculo e ao final da terceira volta coloque-a em seu Caldeirão.
Salpique um pouco de açafrão sobre ela e derrame um pouco de álcool.
Ponha Fogo no Caldeirão, enquanto diz:
´´O Deus dos grãos se sacrifica para nos alimentar e trazer vida ao seu povo.
Mas em cada semente há a promessa do renascimento.
Abençoado seja o mistério da vida presente em cada semente.´´
Eleve o Cálice e diga:
"Tomo este vinho em honra do Deus da fartura e abundância, o grão renascido,
e da Deusa da colheita, a mantenedora da vida."
Faça uma libação e coma um pedaço de pão, agradecendo por todos os benefícios alcançados.
Dance e cante em homenagem aos Deuses.
Destrace o Círculo

RECEITAS PARA LAMMAS

Receitas para Lammas


Pão de fubá com grãos de milhos dourados
( para sabat de Lammas )

400 gr de grãos de milho em lata ou de espiga debulhados
1 ½ xícara de fubá ( 240 g )
1 1/3 de farinha de trigo ( 160 g )
1 colher de chá de sal
3 colheres de sopa de açúcar
7 colheres de óleo
2 ovos
2 xícaras de leite ( 480 ml )
3 colheres de fermento em pó
6 colheres de manteiga
½ cebola ralada

Refogue os grãos de milho em 3 colheres de manteiga com a cebola até dourar. Deixe escorrer sobre uma peneira e reserve.
Misture o fubá, a farinha, o sal, o açúcar e o óleo. Junte os ovos com o leite, mexa e adicione a mistura anterior, mexendo sempre. A massa ficará quase líquida. Unte uma assadeira com manteiga e povilhe fubá. Acrescente o fermento e os grãos de milho a massa. Coloque a massa na forma e asse em forno quente preaquecido, por 35 minutos ou até que enfiando um palito saia limpo. Retire o pão do forno pincele com manteiga e deixe esfriar na forma.






Bolo de maçã com calda de vinho para lammas

180 g de manteiga
¼ de xícara de leite
1 xícara de açúcar
3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
½ xícara de maizena
6 colheres de sopa de sementes de papoula
1 xícara de suco de maçã
1 colher de sopa de fermento em pó
1 xícara de maçãs picada em cubinhos regadas com suco de limão.

Misture as sementes de papoula com o leite e deixe descançar 20 minutos. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura fofa. Adicione os ovos um a um até obter um creme homogêneo. Junte a farinha, a maisena, o suco de maçã e a mistura de leite com papoula. Acrescente por último o fermento. Unte uma forma com manteiga e farinha. Asse o bolo em forno médio alto preaquecido por aproximadamente 35 minutos. Desenforme e banhe com a calda de maçã e vinho.

Para a calda

2 maçãs raladas no ralo grosso
½ xícara de vinho tinto seco
3 colheres de sopa de água
½ xícara de açúcar cristal

Misture o vinho e a água
Coloque na panela as maçãs raladas com ½ xícara do açúcar cristal. Deixe cozinhar até começar a dourar, cuidado para não queimar o açúcar. Acrescente o vinho com água e deixe reduzir até a calda engrossar um pouquinho. Despeje em cima do bolo quente.

BOLO DE LAMMAS

Bem, a base deste bolo é o bolo de iogurte (2 copos de iogurte, 3 de farinha, 3 de açucar, 1 de margarina e 4 ovos). A partir da base o objectivo é juntar todos os ingredientes que existam no frigorifico e dispensa (que sirvam num bolo doce). Os nossos extras foram doce de morango inglês e nozes. Hum....ficou...muito bom e com uma textura quase de tarte. Agora, ao longo da confecção, é preciso acordar o espirito do Lammas: a colheita dos cereais que amadureceram ao longo do verão, a prosperidade da terra que nós colhemos com alegria e respeito.
Quatro Bruxas numa cozinha, oito mãos que mexeram a massa, quatro cargas de energia e luz, memórias de sol e sabor, tudo misturado e selado com um feitiço de união:
"Este é o nosso esforço e trabalho,
Este é o nosso amor fermentado,
Este é o nosso desejo de prosperidade e fartura neste
Lammas que acolhemos com alegria.
Esta massa somos nós.
Que a energia que fluiu dos nossos corações seja saboreada com alegria a cada dentada.
Que assim Seja!"

Agora, saboreiem e distribuam o bolo por quem amam e cuidam e abençoem o próximo ano com prosperidade, alegria e magia.

Desejamos a todos uma colheita de amor e esperança neste Lammas!http://wiccatts.blogspot.com/2009_08_01_archive.html


Cuca doce para Lammas

125 g de açúcar
3 tabletes de fermento biológico (45 g)
100 g de manteiga sem sal
½ xícara de leite morno
2 ovos
fubá o quanto baste
farinha de trigo o quanto baste
suco de 1 limão
raspas de 2 limões

Bater todos os ingredientes no liquidificador (menos o fubá e a farinha de trigo divididas aproximadamente 50% cada uma). Colocar numa vasilha grande e acrescentar a farinha de trigo até dar o ponto de massa que não grude na mão. Em seguida, juntar as raspas do limão, dividir a massa em duas partes e coloca-las em duas formas untadas. Colocar a cobertura sobre as massas e deixa-las crescer até dobrar de volume.

Cobertura:
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de manteiga gelada
Canela a gosto
Misturar fazendo uma farofa e cobrir os pães. Deixar crescer até dobrar de volume. Levar ao forno médio (180° de temperatura) para assar até que solte dos lados da fôrma.

Sopa creme de milho verde

2 latas de milho
2 colheres de cebola ralada
1 colher de margarina
1 litro de caldo de legumes ( pode ser comprado pronto e diluído - opcional )
1 xícara de leite
½ xícara de catupiry ou requeijão
1 colher de sopa de farinha de trigo
sal à gosto

Bata no liquidificador o milho sem a água, o leite, 1 copo de caldo de legumes e a farinha. Passe a mistura por uma peneira e reserve.
Numa panela refogue a cebola com a margarina. Acrescente o restante do caldo e deixe ferver. Junte a mistura peneirada e o catupiry ao caldo fervente. Mexa até engrossar. Sirva salpicado com cubinhos de pão de milho tostados e queijo ralado.


Tortinhas de milho com azeitonas para Lammas

6 ovos
2 ¼ de xícaras de leite misturada com 2 colheres de sopa de suco de limão
¾ de xícara de manteiga derretida ( 150 g )
2 colheres de chá de sal
3 xícaras de de fubá ( 480 g )
1 ½ de farinha de trigo ( 180 g )
2 colheres de chá de fermento em pó
½ xícara de azeitonas pretas bem picadas

Misture os ovos com o leite. Acrescente o fermento e o sal. Junte o fubá e a farinha e as azeitonas. Misture tudo muito bem. Unte formas de empada com manteiga e coloque a massa até a metade das formas. Leve para assar em forno moderado, preaquecido, até dourar. Tire do forno pincele manteiga e deixe esfriar.

Fazendo o Pão de Lammas
O preparo desse Pão começa quatro dias antes da cerimônia.
Ponha dentro do seu Cálice grãos de cevada (representando a cor branca),
trigo (representando a cor vermelha) e centeio (representando a cor negra)
em tigelas pequenas sobre o Altar junto com o seu Cálice.
Faça uma lista de boas coisas que você recebeu no ano que passou
e agradeça pedindo pela multiplicação no próximo ano.
Pegue uma pitada de cada um dos três grãos e ofereça à Virgem,
à Mãe a à Anciã, agradecendo-lhes e declare sua vontade de ver
as bênçãos multiplicadas no próximo ano.
Durante três dias, verta água sobre as sementes, escoando dia e noite e
esperá-las brotar.
Um dia antes de Lammas, coloque seu Cálice ao Sol, assim os brotos começarão a germinar.
Eles serão utilizados na preparação do pão de Lammas.
Então comece a fazer o pão no dia da celebração de Lammas.
Numa tigela coloque:
*Meia xícara de chá de aveia;
*Meia xícara de chá de milho cozido;
*Duas xícaras de chá de água fria;
*Uma colher de sopa de sal.
Cozinhe por cinco minutos até formar um mingau.
Adicione duas colheres de sopa de manteiga e mei xícara de chá de melado
(para afazer um pão escuro) ou mel (para fazer um pão claro).
Deixe esfriar à parte.
Dissolva uma colher de sopa de açúcar em mei xícara de chá de água.
Borrife uma colher de levedura seca na água. Deixe descansar por 10 minutos.
Quando a levedura estiver como uma cobertura fofa sobre a água,
mexa rapidamente com um garfo para misturar.
Adicione o mingua e mexa em duas xícaras e mei de chá de farinha de trigo.
Bata vigorosamente durante cinco minutos.
Misturando dessa forma, você irá formar o glúten que dá ao pão um textura elástica.
Adicione os brotos.
Adicione mais duas xícaras e meia de chá de farinha de trigo.
Vire a massa sobre uma superfície polvilhada com farinha.
Adicione outra xícara de chá de farinha se a massa estiver pegajosa.
Cante cânticos apropriados ou algo alegre, enquanto vai amassando e
medite agradecendo pela colheita do ano.
Amolde a massa formando uma bola lisa e coloque em uma tigela untada com manteiga.
Cubra a tigela com uma toalha úmida. Deixe a massa subir e dobrar de volume;
isso leva de uma hora e meia a duas horas.
Divida a massa em cinco partes iguais.
Transforme cada parte em um redondo pão plano e pincele com manteiga derretida.
Se desejar, você pode traçar símbolos mágicos na massa dos pães com uma faca afiada.
Deixe-os crescer debaixo da toalha úmida durante mais 45 minutos.
Asse a 350 graus durante 25 a 30 minutos.
Enquanto você come o pão no seu ritual, medite nos presentes que você recebeu.



Lammas
O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia
à s sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara
para assumir seu aspecto de Anciã.
Agora é o tempo de ensinar o que você aprendeu, com os frutos colhidos.
Ramos de trigo assim como bonecas de milhos são símbolos tradicionais desse Sabbat.
O pão é colocado sobre o Altar de decorado com frutas e vegetais da colheita.
Isso representa o início do ciclo da colheita. No Paganismo Ocidental,
esse é um festival dos grãos e por isso é chamados muitas vezes de
“ o Sabbat das primeiras frutas”.

Lammas honra o Deus céltico Lugh, Lugh é o Deus das colheitas, do Fogo,
da luz e do Sol. Ele foi o Rei dos Tuatha de Danan e consorte de Dana,
a primeira Grande Mãe da Irlanda. Dana, como a rainha de Lugh e a Deusa Mãe,
é também honrada nesse Sabbat.
A Morte sacrificial e o renascimento de Lugh, assim como a colheita dos grãos,
estão sempre conectados a Lammas, simbolizando que sempre o Deus morrerá para
renascer novamente através da benevolência da Deusa.
Outros aspectos desse Sabbat contêm a representação do crescimento do nascimento,
da honra e do agradecimento à Deusa, pelo seu ventre que cultivou as sementes,
e a Lugh, em seu aspecto de Deus Sol, pelas bênçãos e fertilização
do ventre da Deusa com seu calor e luz.
Lammas, que significa “massa”, é um nome mais recente para se referir a
Lughnashad e começou a ser utilizado na Idade Média. E
sse é o dia em que os pães, feitos dos primeiros grãos das colheitas,
são servidos e oferecidos aos Deuses antigos. Lammas é o tempo de honrar
os aspectos de fertilidade e união da Deusa com o Deus, para gerar a fertilidade.
Lammas é o tempo de dar gratidão pelo que você começou a receber e sacrificar
o que você puder para receber mais.


Atividades
*Fazer o Pão de Lammas.
*Fazer velas para honrar a Deusa e o Deus.
* Coletar água da chuva e água de tempestade para uso em feitiços e potencializar objetos mágicos.
*Criar e enterrar uma Garrafa de Bruxa.
*Fazer uma Boneca de milho e guardar para o próximo Imbolc.
*Fazer uma Roda de milho.
*Fazer um piquenique mágico com libações para a terra, de pão e vinho.
*Melhor momento para lançar feitiços que visem obter sucesso na carreira, saúde e lucro financeiro. Feitiços para abundância são muito propícios nesse Sabbat. Como o Sol está crescendo mais fracamente, é um bom tempo para fazer meditações ao crepúsculo.
*Lembre-se: a Boneca de milho que você fará agora será vestida e colocada na cama da noiva em Imbolc.
*Comidas e Bebidas Sagradas: ervas frescas, frutas e vegetais, pão de milho, amoras pretas, tortas, sidra, vinho de pétalas de rosas.

Fazendo uma Garrafa de Bruxa
As garrafas de feitiço, também conhecidas como Garrafas de Bruxa,
estiveram em uso na Inglaterra e nos Estados Unidos pelo menos desde 1600.
elas foram criadas originalmente para destruir o poder mágico negativo ou
para lançar um contra-feitiço ao criador de uma garrafa. Eram freqüentemente
vasilhas de cerâmicas, cheias de cabelos, unhas, e até mesmo a urina da vítima.
Também eram colocadas dentro de novas casas como Guardiães Mágicos.
Garrafas de feitiço desse tipo ainda continuam sendo usadas.
Garrafas de feitiço são aparentemente de origem inglesa.
Assim, esses dispositivos protetores certamente imigraram da Inglaterra
para os Estados Unidos com os colonos.
São feitas garrafas de feitiço para uma variedade de propósitos e
podem ser usadas em numerosos casos. Algumas são enterradas ou escondidas,
enquanto outras são colocadas nas janelas da casa ou em outros lugares proeminentes.
Tudo isso simboliza a concentração de energia criada e potencializada para
propósitos mágicos específicos.
A garrafa de bruxa é um dos meios mais poderosos de proteger seu espaço.
É enterrada em sua propriedade (se você é um morado de apartamentos,
poderá tentar enterra-la em um vaso com plantas na sua porta de entrada)
para atrair todas as coisas negativas para dentro da garrafa.
Se você se mudar, desenterre-a e a destrua ou traga para sua casa nova.
O período ideal para fazer as Garrafas de Bruxa é durante o Sabbat Lammas.
A seguir algumas receitas e idéias para você criar a sua própria garrafa.

Garrafa de Bruxa para Proteção
Junte alecrim, agulhas, alfinetes e vinho tinto.
Encha uma garrafa pequena com os três primeiros itens, dizendo enquanto você faz isso:
´´Alfinetes, agulhas, alecrim, vinho;
Guarde contra dano e inimizade;
Que assim seja por toda eternidade!´´
Quando a garrafa estiver cheia, coloque o vinho.
Então tape ou arrolhe, pingando cera de vela vermelha ou preta até vedar completamente a tampa.
Enterre em algum lugar de sua propriedade ou coloque-a em algum lugar imperceptível.
Trace um Pentagrama evanescente sobre ela. A Garrafa de Bruxa de destrói a negatividade;
os alfinetes e as agulhas afastam o mal, o vinho o submerge e o alecrim envia a
s energias negativas para longe de sua propriedade.


http://members.tripod.com/mundo_encantado.br/id9g.htm

MANI


Em tempos remotos, revelou-se grávida a filha de um morubixaba nas margens do Amazonas. Seu pai, querendo punir o autor de tanta desonra, perguntou quem era seu pérfido amante.
A jovem respondeu que não tivera contato com homem algum. Admoestou-a o velho e empregou para tanto, rogos e ameaças, e por fim castigos severos. Mas a jovem persistiu na negativa.

O chefe tinha deliberado matá-la, quando em sonho, lhe apareceu Tupã, que lhe disse que a jovem era completamente inocente, e que a criança era o presente seu. Conteve-se, desta forma, o irritado morubixaba.
Sua filha deu à luz a uma menina encantadora, branca, que com poucos meses já falava corretamente. Não só a gente da tribo, como também a das nações vizinhas vieram visitá-la para ver esta nova e desconhecida raça. Passou a chamar-se de Mani. De inteligência aguda, Mani passou a ser querida por todos de sua tribo.

Mas ao cabo de um ano, sem qualquer doença, a pequenina Mani fechou os olhinhos negros e morreu.
O chefe da tribo mandou enterrá-la ao lado de sua maloca. Diariamente regavam a sua sepultura, segundo antigo costume da tribo. Muito breve, brotou uma planta que, por inteiramente desconhecida, deixaram crescer. Floresceu e deu frutos. Os pássaros que deste comiam se embriagavam, fenômeno que, desconhecido dos índios, argumentou-lhes a admiração. Afinal fendeu-se a terra, cavaram-na e na forma de tubérculo ou raiz, limpando-a, viram que era muito branca, como o corpo de Mani. Acreditando ser a planta reencarnação da criança, comeram-na e fizeram uma bebida fermentada que foi seu vinho.
Este vinho, preparado com a mandioca cozida, é o "cauim", bebida predileta dos índios do Brasil.
A aldeia passou a chamar a planta de "Mandioca", em cujo som encontram-se "Mani", a criança morta, e Oca, a morada do índio, onde a maniveira é aproveitada das folhas às raízes, como símbolo de alegria e abundância.

A mandioca, também conhecida como "aipim" ou "macaxeira" é considerada o pão de cada dia do nosso indígena. Sua origem americana está fora de qualquer dúvida, ainda que seja cultivada na Ásia e na África tropical.
A ciência incorporou-a na família das "euphorbiaceas", que se distinguem por seu suco leitoso, muitas vezes peçonhento, que vertem por incisão. Da raiz que lhe confere a importância da mais notável e proveitosa do Brasil, levanta-se um arbusto de dois metros, cujas folhas em ordem de dedos se parecem com mãos abertas.
Planta-se a mandioca, cavando a terra em montículos e colocando em cada um três ou quatro pauzinhos da vara, tendo porém, o cuidado de quebrá-los à mão ou cortá-los à faca, porque deitam leite onde nascem e se geram as raízes.
Ouçamos agora de Gabriel Soares como no século XVI, se preparava esta comida nacional:
"E para se aproveitarem, diz o narrador, os índios, depois de arrancar suas raízes, raspam-nas muito bem até ficarem alvíssimas, o que fazem com cascas de ostras e depois de lavadas, ralam-nas em uma pedra,espremem a seguir, esta massa em um engenho de palma (espécie de cesto cilíndrico) a que chamam de "tupitim" (tipiti) que lhe faz lançar a água, que tem, toda fora, ficando a massa enxuta, da qual se faz a farinha que se come, que cozem em alguidar, para isso feito, em o qual deitam esta massa, e a enxugam sobre o fogo, onde uma índia a mexe com um meio cabaço, com quem faz confeitos, até que fique enxuta e sem nenhuma humildade e fica como cuscuz, porém mais branda. Desta maneira se come e é muito doce e saborosa."

Existem dois tipos de mandioca, uma doce e outra amarga. A primeira é inofensiva, se pode comer assada ou cozida sem nenhum perigo. A segunda, entretanto, é venenosa. Portanto, para comê-la, é necessário, primeiro tostá-la, para que perca suas propriedades nocivas. Obtêm-se então, uma farinha que constitui um alimento muito apreciado e muito consumido. Desta farinha são produzidos os famosos "beijus".
O cultivo da mandioca é antiguíssimo. Segundo alguns autores, ela é consumida desde antes da chegada dos espanhóis. Outros, asseguram que foi São Tomé quem ensinou o seu cultivo e a forma de faze-la comestível e inofensiva.

MITOLOGIA
Deusas que dão origem a cereais ou frutos existem em todo o universo mitológico desde a Pré-história.
Nossos antepassados acreditavam que a semente era animada por uma Deusa que se encontrava encarnada nas espigas e nos frutos.

Considerar que o corpo da Deusa surgia no fruto, encerra uma metáfora, de que igual ao feto que cresce dentro do útero e leva nove meses para nascer, a Mãe Natureza envia chuvas que molham o solo onde estão enterradas as sementes, que são o ventre da Deusa Terra, de onde emerge a vegetação, que cresce para dar abundantes frutos mais tarde. Aqui está a explicação do porque a sepultura de Mani era regada todos os dias, portanto, o aparecimento da planta já era esperado.
Nossos ancestrais encontraram uma total analogia entre a fertilidade da mulher e a da Mãe Natureza, que acabaram identificando a Vida da Natureza com a Vida Feminina, concluindo que ambas tinham as mesmas funções com respeito a dar a Vida: Generadora e Nutridora.

Deste modo, a Mãe Humana e a Mãe Natureza cumpriam então, funções equivalentes: produziam bebês e frutos. Os filhos da Mãe Natureza são as plantas alimentícias.
Os mitos arcaicos nos contam, que a vegetação e a agricultura eram originadas em um corpo feminino, desde que se enterra a semente, em seguida ela morre e depois ressuscita.
O pensamento primitivo vê uma conexão entre os mortos enterrados no solo e a vegetação, que dele aflora. Assim, Osíris, o deus egípcio dos mortos, é também uma divindade da vegetação e, como tal, pode ser representado com uma pele verde. Em nossa lenda, a deusa Mani, representando a mandioca, apresenta a pele branca, por razões também óbvias.

Os índios do leste da América do Norte, que subsistiam em grande parte ao cultivo do milho, concebiam o espírito deste cereal, como uma mulher e como os nossos índios, acreditavam que a própria planta havia surgido originalmente das gotas de sangue ou do cadáver da mulher dos grãos.
Na Mitologia Comparada, nossa deusa Mani, seria um protótipo da Perséfone, a deusa virgem dos grãos, cuja descida ao mundo inferior, é a representação mítica da semeadura e o seu reaparecimento na primavera, significava o despontar do cereal novo.
Outras deusas de cujos corpos nascem alimentos são Uzume, entre os japoneses e Pachamama, entre os incas.

CONECTANDO-SE COM MANI

Reserve um lugar em que você não seja interrompida. Você irá precisar de uma caneta e um papel. Escreva então tudo o de bom que você já adquiriu na vida. Exemplo: filhos, saúde, alimento, talento, beleza, roupas, carro, casa própria, etc. Quando terminar a relação sente-se ou deite-se, com a coluna ereta e feche os olhos. Respire profundamente e tente relaxar.
Respire novamente e visualize uma energia dourada de essência adocicada que circulará por seu corpo. Faça isso novamente. Então veja-se entrando em uma mata fechada com muito verde e uma trilha para seguir. Sinta o cheiro do mato virgem e da terra molhada. Envolva-se nestes odores e siga em frente.

No final da trilha há uma oca. Entre nela e sente-se no chão, logo uma menina pequena vem até você lhe oferecendo "beijus". Aceite e convide-a para comer com você. Ela sentará satisfeita a seu lado. Comam e riam um pouco.
Ela depois lhe perguntará o que a trouxe até sua oca. Agora é hora de dar-lhe a lista e agradecer-lhe pela abundância em sua vida e pedir mais prosperidade em áreas que estejam deficitárias. Sorrindo ela responderá que prosperidade é um estado de espírito, mas que se você for merecedora alcançará seus objetivos com suas bênçãos. Agradeça-lhe novamente e peça permissão para retornar, mas não antes de prometer visitá-la novamente. Ela adora companhia!
É hora de voltar, saia da oca e tome o caminho da trilha. Respire fundo e, à medida que solta o ar, volte para o seu corpo. Quando sentir que está pronta, abra os olhos.
Seja bem-vinda!
http://www.rosanevolpatto.trd.br/Mani.htm

LUGH


A ideia de que os guardiões protegiam e defendiam o Planeta Terra, com certeza veio dos pensamentos celtas, pois fica explicito nos estudos que procedem do deus Sol, LUGH.

Lugh é um Deus Celta, representado em muitas Lendas Irlandesas como sendo o triunfo da Luz sobre a Escuridão. Ele é o Guardião legítimo da Lança Mágica de Glorias e era particularmente associado ao uso da funda (arma feita de pele de animal com a qual se lançam pedras ), com a qual matou o seu terrível adversário, Balor.

Lugh é um Deus que está presente em todos os Panteões Celtas.. Em Gaulês antigo tinha o nome de Lugos, e ao longo do resto da Ilha Britânica, é conhecido como Lug. As Histórias e mitos sobre ele diferem em cada região onde é reverenciado de inúmeras formas e através de diferentes ritos.

Principalmente conhecido como Deus do Sol, Lugh também é um Deus Guerreiro, da Medicina, Druida, Bardo, Ferreiro, Cervejeiro, entre outras coisas.
As suas funções identificam-no como um Deus da Guerra e das Artes Mágicas, mas os poetas e todos os artistas também são por ele beneficiados, juntamente com os guerreiros e os magos. As suas armas sagradas em todas as tradições são a funda e a lança. No folclore Irlandês ele é o Pai do grande Herói Cuchulain.

Lugh é um Deus do céu e está fortemente ligado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em várias representações suas, Ele aparece com um Torc ( (peça de joalharia Celta ), e uma lança brilhante, que por vezes aparece como sendo um raio.
Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo o empenho imaginável. Ele é visto como o Protetor e Guia do seu Povo. Animais que lhe são especialmente sagrados são, as águias e os corvos que mantêm vigia sobre tudo aquilo que acontece na Terra. A sua Árvore Sagrada é o Freixo.
Embora ele seja representado das mais diversas formas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos Mitos sobre Lugh em diferentes Tribos Celtas:

Ele é um Deus Jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol
Ele é qualificado em várias Artes
Ele é sobrevivente de gêmeos no nascimento
Ele é adotado em criança (na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)
As suas armas principais são a lança e a funda
A sua associação com pássaros e a capacidade de se transformar neles. Lugh, assim como Morrighan, está associado com corvos e gralhas, embora na mitologia Gaulesa ele se transforme em Águia.

Lendas e Narrativas

A história de Lugh começa com o amor secreto entre Cian ( (um Dannan ) e Eithne ( filha de Balor , o Fomoriano.
Balor, para proteger a sua filha, prende-a numa torre muito alta, inalcansável por qualquer meio a não ser pelo voo. Cian, apaixonado por Eithne, pede a uma Druidesa que o torne capaz de voar sobre uma nuvem em cima da torre.

Meses depois, Eithne dá á luz duas lindas crianças (o que comprova que o pai não era um Fomoriano porque os Fomorianos são seres míticos que não devem muito á beleza ). Balor, preocupado e enfurecido com isto, lança as crianças ao mar.
Mas, uma profecia tinha sido feita anos antes, dizendo que uma criança Fomoriana de sangue Dannan provocaria a morte de Balor e este quis prevenir aquele destino fatal.

Uma das crianças afoga-se e a outra começa a nadar. Esta criança é descoberta pelo Deus do Mar, Mannanann Mac Lir que o envia a uma mulher guerreira e feiticeira, Tailtiu , para ser adoptado e cuidado até chegar o tempo em que o menino estivesse crescido o bastante para voltar com os 4 tesouros do Outro Mundo para derrotar os Fomorianos.

O Jovem Lugh foi então levado por Tailtiu que o ensinou e criou. Ele aprendeu depressa. Ela ensinou-lhe tudo o que pôde e enviou-o a outros para ele aprender o que ela não podia ensinar. Lugh teria então de voltar para Mannanan e cumprir o seu destino.


A Cidade de Tara

Os Formorianos dominavam os Dannan através da sua força opressiva. Nuada, o Rei, tinha perdido a sua mão numa batalha. Embora uma outra mão, feita de prata, funcionasse tão bem ou melhor do que a natural, lhe tivesse sido colocada em substituição, ele foi forçado a abdicar do trono devido á lei Celta que proibia qualquer governante a tomar o cargo se tivesse um defeito no corpo.
No seu lugar ficou Bres, um homem bem parecido mas com um semblante rude.
Foi precisamente quando Nuada Argentam "O braço de Prata" estava a celebrar o seu retorno ao trono que Lugh chegou a Tara. Chovia muito e Lugh aproximou-se dos portões e pediu para entrar.
"Como te chamas e o que fazes?" perguntou-lhe o Guarda dos portões.
"Sou Lugh, neto de Diancecht o Curandeiro e filho de Cian e Ethine filha de Balor o Formoriano" respondeu Lugh.
"A que vens?" perguntou-lhe o Guarda
"Vim para oferecer os meu préstimos ao teu Povo."
"Que sabes então tu fazer e que artes dominas ?" disse o Guarda " Ninguém entra aqui sem ser Mestre em alguma Arte!"
"Eu sou carpinteiro" disse Lugh.
"Não precisamos de carpinteiros! Já temos um e bom, o seu nome é Luchtainne." Disse o Guarda.
"Eu sou um excelente ferreiro" disse Lugh.
"Também não precisamos de ferreiros! Temos um e também excelente. O seu nome é Goibniu " disse o Guarda.
" Eu sou Guerreiro profissional" disse Lugh.
"Não precisamos de guerreiros. Temos Ogma e ele é o nosso campeão!" disse o Guarda.
"Eu sou arpista" disse Lugh.
"Também temos um e é perfeito no toque da arpa!" disse o Guarda.
"Eu sou poeta e conheço inúmeros contos" disse Lugh.
"Também temos um e conta contos como ninguém!" disse o Guarda.
"Eu sou Feiticeiro" disse Lugh.
"Também temos muitos feiticeiros e Druidas!" disse o Guarda.
"Então pergunta ao Rei", disse Lugh, "se ele tem um homem que faça todas estas coisas. Se tiver então não tenho razão para entrar". Assim o Guarda foi ter com o Rei descrevendo-lhe o estrangeiro que pretendia entrar e contando-lhe a história. Nuada mandou então que o seu melhor jogador de xadrez para jogar contra o estranho. Lugh venceu com louvor. Oghma , que era campeão do reino, foi exibir a sua força, lançando uma grande pedra pela porta fora. Lugh saiu, agarrou a mesma pedra e pegando nela, atirou-a para o sítio exacto de onde Oghma a tinha tirado. Então pediram-lhe que tocasse arpa. Primeiro, Lugh tocou uma melodia de sono, de forma que todos os que a ouviram, incluindo o rei, dormiram até ao dia seguinte. Depois lançou um feitiço da melancolia, espalhando a melodia de tristeza pelos ares e todos ficaram profundamente tristes. De novo, lançou um feitiço de alegria na melodia, trazendo de volta o bem estar e a alegria a todos.
Quando Nuada viu todos estes talentos, imaginou que este homem poderia ser de grande utilidade contra os Formorianos. Lugh não só entrou em Tara como se tornou Rei durante 13 dias e 13 noites, tendo Nuada ficou sendo o seu conselheiro durante este seu reinado.


Com o passar das épocas, Lugh se transformou no símbolo essencial entre todos os festivais, lendas e histórias irlandesas. Sendo conhecido e venerado como o Deus de todas as habilidades.
Senhor da Luz celta.

O festival de Lugnassadh ostenta seu nome, o qual significa a luz ou o brilho.
Também foi associado com o Deus romano Mercúrio.

http://www.guardioesdaluz.org/index.php?option=com_content&view=article&id=93:deus-lugh&catid=34:mitologia&Itemid=49








Contam as lendas que Lugh, estando no Reino de Lochlann (terra-natal fomoriana), tomou conhecimento das más intenções dos Fomorianos com os Tuatha Dé Danann e prontamente foi correndo pra avisa-los. Assim, depois de atravessar terras hostis e mares bravios finalmente chegou a Tara, a capital dananiana, só que lá enfrentou o mais insólito obstáculo entre todas as aventuras de sua vida : Um velho guerreiro que fazia guarda na porta do reino dananiano não queria deixa-lo entrar!


Sem dúvida seria fácil para Lugh vencer aquele reles ´´porteiro´´ , porém, iria com isso revelar sua identidade que com tamanho zelo ocultou durante toda a viagem para que os Fomorianos não suspeitassem dos propósitos de sua presença no Reino Dananiano. Igualmente corria o risco dos Tuatha Dé Danann encarassem isto como um ato de grande desrespeito e como efeito tentassem mata-lo antes que tivesse chance de dar qualquer explicação.

A solução
Ocorre que Lugh era um bom guerreiro não só nos punhos como também no uso da palavras , daí partiu para convencer o guerreiro a permitir a sua entrada em Tara sem que em nenhum momento podendo revelar sua intenções ou mesmo quem era. Finalmente depois de muito papo o "porteiro" argumentou que até poderia deixa-lo entrar só que havia uma rígida regra no reino de que só poderia viver entre os dananianos àqueles que demonstrassem serem úteis seja em suas habilidades ou no exercício de algum oficio entre os quais não houvesse nenhum expert entre os Tuatha Dé Danann.
Infelizmente para cada arte e oficio que Lugh dizia ser um conhecedor o porteiro retrucava que já havia no reino alguém ocupado de exercer a mesma arte e oficio, o que salientava o fato de ser proibida a sua presença entre os dananianos por conta dos costumes locais.
Pensativo, então Lugh finalmente indagou ao velho guerreiro se havia alguém entre os Tuatha Dé Danann que fosse conhecedor de todas as artes e ofícios tal como ele bem como também reforçou o argumento se o rei não ficaria furioso com o "porteiro" se soubesse ter sido ele o responsável por ter deixado ir embora alguém tão valioso.
O velho guerreiro engolindo seco e temeroso da ira do rei deixou que Lugh entrasse , só que exigindo que se apresentasse provas do que dizia pessoalmente ao monarca sob pena de ter a língua cortada por tamanha mentira.

O desafio
Eram tempos de grandes festas e celebrações entre os dananianos por que tinham se livrado da tirania fomoriana e recuperado o trono para um dos seus como rei dos Tuatha Dé Danann, fazendo o valoroso Nuada Mão de Prata como regente daquele povo. Neste clima bem festivo chega um forasteiro que vinha trajado com roupas suntuosas alegando ser um mestre em todas as artes e ofícios para se apresentar ao rei e requerer o direito de morar no reino.
Nuada Mão de Prata ouvia divertido o que dizia o velho guerreiro sobre a conversa que ele teve com aquele estrangeiro a sombra do portão da entrada do reino e com bom humor disse que até permitiria a entrada do estranho já que tamanha imaginação e criatividade para mentir realmente era um "dom" que nenhum dananiano possuía. Para tanto bastaria que o enigmático homem bem trajado confessasse que mentiu...
Lugh não se fez rogado e declarou em alto e bom som para todos os presentes que não estava de forma nenhuma mentindo, exigindo em nome de sua honra e do bom nome dos seus ancestrais que o rei permitisse prová-lo mesmo que as custas da própria vida se porventura falhasse. Dito isto jogou sua espada aos pés de Nuada fazendo uma mesura com as mãos para indicar que podia usa-la para dar fim a sua vida, não dando alternativa ao rei senão aceitar o desafio.
Um por um cada dananiano foi chamado para demonstrar perante o rei sua excelência no domínio de uma arte ou oficio, dando chance para Lugh fazer o mesmo com o desafio de mostrar que podia faze-lo bem melhor . Ao final o impossível parecia ter ocorrido e realmente Lugh triunfou sobre todos.

O triunfo
Entre espantado e admirado o bom rei Nuada pegou a espada de Lugh e disse que a guardaria como lembrança de que os Tuatha Dé Danann devem também confiar nos estranhos que chegam as portas do reino para desfrutar do seu convívio, proclamando que dali em diante aquele estranho deveria ter o direito de viver entre os dananianos. Dito isto Nuada percebeu surpreso que até então não sabia o nome do forasteiro, porém, sem dúvida alegou que um bom título a ele seria chama-lo de Ioldanach que quer dizer Mestre dos Mil Talentos.
Retribuindo a lisonja, aquele "forasteiro" passou a declinar sua origem desde o mais remoto ancestral até que para curiosidade dos presentes foi citado que ele era o filho nascido da união de Cian com Ethniu, neto pelo lado paterno do honorável mestre nas artes da cura entre os Tuatha Dé Danann que era Diancechet e pela parte materna do não menos lendário entre os Fomorianos do gigante Balor. Dando uma pausa e deixando cair ao chão o disfarce que ocultava sua identidade ele arremata dizendo alto como um trovão: Eu sou Lugh!
Antes que todos os presentes recuperassem o fôlego perdido pelo grande espanto causado pela revelação, Lugh relata em detalhes os planos sórdidos dos Fomorianos de invadir o reino dos Tuatha Dé Danann e reduzir a todos dananianos a condição de seus escravos. Esta alerta de Lugh foi providencial para os Tuatha Dé Danann saíssem vitoriosos na guerra que se avizinhava...

A Verdadeira Fonte da Força de Lugh
Lugh foi criado desde da tenra infância com grande carinho por Tailtui, mulher que na origem era uma simples serva das mais humildes entre os Tuatha Dé Danann, mas que pelo o qual o "Mestre dos Mil Talentos" sempre nutriu mais carinho e respeito do que por seus verdadeiros pais biológicos (Cian e Ethniu) - apenas casados por conta de acordos políticos para selar aliança entre os Formorianos e Tuatha Dé Danann.
Explica-se tamanho amor filial de Lugh , pois como mestiço era visto com desconfiança e até desprezo tanto pelos familiares do lado materno quanto paterno, apenas restando como apoio aquele dado de maneira solitária por Tailtui que impossibilitada de ter seus próprios filhos correspondeu dando a ele tudo o que podia em afeto maternal possível de ser humanamente concedido.
Não resta dúvida que foi Tailtui a principal responsável em motivar o jovem Lugh lutar por um lugar ao Sol de destaque tanto entre Formorianos quanto os Tuatha Dé Danann, impelindo desde cedo a praticar esportes e estudar com afinco ao ponto de ficar invencível como guerreiro, virar o mais habilidoso dos artesões e um sábio reconhecido pelo valor da extensão de seu conhecimento enciclopédico.
Não por menos em nome de honrar a memória e sabedoria de sua mãe de criação Lugh fez questão de instituir na data da morte de Tailtui (01 de agosto) uma espécie de "feriado" religioso. Posteriormente que consolidou-se o Lugnassad como uma data anual de esportes em honra a Lugh que sempre se revelou um aficionado por todo tipo de disputa.

Lugh, o Guerreiro Sábio
Ele carregava em seu sangue a ascendência de dois povos eternamente inimigos desde a aurora dos tempos, contando com a rara beleza e inata sabedoria mística dos Tuatha Dé Danann aliada com a estupenda força e fúria de combate que apenas um verdadeiro membro da raça dos fomorianos poderia demonstrar.
Este era o filho nascido da união de Cian com Ethniu, neto pelo lado paterno do honorável mestre nas artes da cura entre os Tuatha Dé Danann que era Diancechet e pela parte materna do não menos lendário entre os Fomorianos do gigante Balor que com o mero olhar trazia a morte de seus inimigos. Este era Lugh!
Apesar de ser um nascimento resultante de um dos vários casamentos que foram arranjados intencionalmente com o desejo de conseguir selar uma aliança duradoura entre Fomorianos e os Tuatha Dé Danann , o fato que Lugh era um filho amado por Cian e Ethniu que com o tempo fizeram frutificar o amor desta união oriunda de uma obrigação política infligida em nome da Paz .
Desde cedo revelou ser um hábil guerreiro e grande caçador o que rendeu o apelido entre os Fomorianos de "Lamhfada" (Mão Comprida ou Atirador a Distância) numa referencia a maestria como manejava armas como a funda, correntes e lanças.
Por sua vez, os Tuatha Dé Danann conheciam Lugh principalmente pelo título de "Ioldanach" (Mestre de Todas as Artes ou Senhor dos Mil Talentos), pois dominava com excelência todos os ofícios, era um artista consagrado em todas as Artes e não havia saber humano que lhe fosse estranho.
No campo de batalha Lugh podia ser visto a grande distancia, destacando-se do meio da multidão não só por sua alta estatura como pelo fato de carregar um enorme lança de prata que reluzia com uma luz cegante e vir sempre de perto acompanhado de um cão de pelo tão negro como a noite.
A lança dizem foi trazida pelos Tuatha Dé Danann de seu lar original(a mítica cidade de Gorias), possuindo propriedade mágicas que a faziam ter vida própria e sendo tão sedenta de sangue que era preciso até o momento de usa-la botar na sua ponta um preparado sonífero feito de folhas papoula sob o risco dela sair matando a todos a sua volta!
O cão de Lugh, chamado em algumas lendas de "Failius", mantinha-se fiel ao lado do dono durante todo tempo do combate como um feroz companheiro nas batalhas e possuindo virtudes mágicas em sua pele que fazia transformar em vinho qualquer água corrente em que se banhasse.
Lugh era uma rara prova de como superada as inimizades entre os Tuatha Dé Danann e Fomorianos poderia a união daqueles povos gerar como prole seres que estariam condenados pela mão do destino em sua superioridade a serem Mestres da Humanidade e Deuses entre os Homens!
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